"Uma vaga noção de tudo, e um conhecimento de nada."
Charles Dickens (1812 - 1870) - Escritor Inglês

sábado, 27 de agosto de 2022

Trilha Sonora - 347 - Gabriel O Pensador

Palavras Repetidas
Gabriel O Pensador
https://www.youtube.com/watch?v=a7e-PQoR8x0


A Terra tá soterrada de violência
De guerra, de sofrimento, de desespero
A gente tá vendo tudo, tá vendo a gente
Tá vendo, no nosso espelho, na nossa frente
Tá vendo, na nossa frente, aberração
Tá vendo, tá sendo visto, querendo ou não
Tá vendo, no fim do túnel, escuridão
Tá vendo no fim do túnel escuridão
Tá vendo a nossa morte anunciada
Tá vendo a nossa vida valendo nada
Tô vendo, chovendo sangue no meu jardim
Tá lindo o sol caindo, que nem granada
Tá vindo um carro-bomba na contramão
Tá vindo um carro-bomba na contramão
Tá vindo um carro-bomba na contramão
Tá vindo o suicida na direção

"É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã
porque se você parar pra pensar a verdade não há"

A bomba tá explodindo na nossa mão
O medo tá estampado na nossa cara
O erro tá confirmado, tá tudo errado
O jogo dos sete erros, que nunca pára
7, 8, 9, 10... cem

Erros meus, erros seus e de Deus também
Estupidez, um erro simplório
A bola da vez, enterro, velório
Perda total, por todos os lados
Do banco do ônibus ao carro importado
Teu filho morreu? meu filho também
Morreu assaltando, morreu assaltado
Tristeza, saudade, por todos os lados
Tortura covarde, humilha e destrói
Eu vejo um Bin Laden em cada favela
Herói da miséria, vilão exemplar
Tortura covarde, por todos os lados
Tristeza, saudade, humilha e destrói
As balas invadem a minha janela
Eu tava dormindo, tentando sonhar

"É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã
porque se você parar pra pensar a verdade não há"

Sou um grão de areia no olho do furacão
Em meio a milhões de grãos
Cada um na sua busca, cada bússola num coração
Cada um lê de uma forma o mesmo ponto de interrogação
Nem sempre se pode ter fé
Quando o chão desaparece embaixo do seu pé
Acreditando na chance de ser feliz
Eterna cicatriz
Eterno aprendiz das escolhas que fiz
Sem amor, eu nada seria
Ainda que eu falasse a língua de todas as etnias
De todas as falanges, e facções
Ainda que eu gritasse o grito de todas as Legiões
Palavras repetidas
Mas quais são as palavras que eu mais quero repetir na Vida?
Felicidade e Paz, é...
Felicidade, Paz, Sorte
Nem sempre se pode ter Fé, mas nem sempre
A fraqueza que se sente quer dizer que a gente não é forte.

quinta-feira, 18 de agosto de 2022

2° Torneio de Pesca Esportiva de Tupaciguara-MG

 Será no dia 17 de Setembro de 2022

Anacoretas x Cenobitas x Eremitas

 

Anacoretas

Os anacoretas são "aqueles que abdicaram do mundo". Eram monges ou ermitãos cristãos que viviam em retiro e solidão, especialmente nos primórdios do cristianismo, dedicando-se à oração e à escrita de liturgias, a fim de alcançar um estado de graça e pureza de alma pela contemplação.
O termo anacoreta também é utilizado para denominar um penitente que se afastou do convívio humano para viver na mais completa solidão, procurando expiar seus pecados via meditação.

Cenobitas

São monges que vivem em comunidades retiradas, geralmente com os mesmos interesses ou princípios. Um grupo de cenobitas forma o que se conhece por cenóbio. O monasticismo cenobítico existe em diversas religiões, do Budismo ao Cristianismo, e tem sido a forma mais proeminente de vida monástica no mundo.
Foi uma das formas que do monasticismo praticado nos primeiros tempos do cristianismo. O cenobitismo cristão caracteriza-se pela vida em comunidade, com divisão do tempo de trabalho, oração e liturgia

Eremitas

Eremita ou ermitão é um indivíduo que vive em lugar deserto, isolado, geralmente por motivo de penitência, religiosidade, ou simples amor à natureza, e o local de sua morada é chamado de eremitério.
Os eremitas buscavam refúgio em locais remotos e desabitados, como montanhas e florestas, sua aparência era horrível, vestiam-se muito pobres, as pernas apareciam semi-descobertas, usavam barba comprida e andavam de pés descalços.

sexta-feira, 5 de agosto de 2022

Descanse em Paz Jô Soares (1938-2022)


Muito triste hoje. O Brasil perde um gênio das artes. Como eu gostava de
assistir suas entrevistas, principalmente à época do SBT com seu 
Jô Soares Onze e Meia. Como gostei de ler seus livros:
 "O Homem que Matou Getúlio Vargas", "O Xangô de Baker Street" 
(Vi o filme também), Assassinatos na Academia Brasileira de Letras", 
"As Esganadas" e "O Astronauta sem Regime". 
Em breve comprarei seus dois livros autobiográficos,
 para ler, saber mais e recordar Jô Soares...

Seu humor fará muita falta ...

Descanse em paz. Beijo, Gordo!

Algumas frases de Jô:

quarta-feira, 3 de agosto de 2022

sábado, 30 de julho de 2022

Trilha Sonora - 346 - Sinéad O´Connor

Nothing Compares 2U
Sinéad O´Connor
Compositor: Prince
https://www.youtube.com/watch?v=0-EF60neguk

It's been seven hours and fifteen days
Since you took your love away
I go out every night and sleep all day
Since you took your love away

Since you've been gone I can do whatever I want
I can see whomever I choose
I can eat my dinner in a fancy restaurant
But nothing I said nothing can take away these blues,

Because nothing compares
Nothing compares to you

It's been so lonely without you here
Like a bird without a song
Nothing can stop these lonely tears from falling
Tell me baby where did I go wrong

I could put my arms around every boy I see
But they'd only remind me of you
I went to the doctor guess what he told me
Guess what he told me
He said girl you better try to have fun

No matter what you do
But he's a fool
'cause nothing compares
Nothing compares to you

All the flowers that you planted mama
In the backyard
All died when you went away
I know that living with you baby was sometimes hard
But I'm willing to give it another try

Nothing compares
Nothing compares to you

terça-feira, 26 de julho de 2022

Todos os Campeões e Vices do Estaduais 2022

Com o último Campeonato Estadual se encerrando somente
ontem (Amapaense), veja abaixo os campeões e vices de
cada estado brasileiro em 2022.

sábado, 2 de julho de 2022

Trilha Sonora - 345 - Roberta Campos

Casinha Branca
Roberta Campos
Compositores: Gilson, Joran e Marcelo

Eu tenho andado tão sozinho ultimamente
Que nem vejo à minha frente
Nada que me dê prazer

Sinto cada vez mais longe a felicidade
Vendo em minha mocidade
Tanto sonho perecer

Eu queria ter na vida simplesmente
Um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca de varanda
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer

Às vezes saio a caminhar pela cidade
À procura de amizades
Vou seguindo a multidão
Mas eu me retraio olhando
Em cada rosto
Cada um tem seu mistério
Seu sofrer, sua ilusão

Eu queria ter na vida simplesmente
Um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca de varanda
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer

Eu queria ter na vida simplesmente
Um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca de varanda
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer

Eu queria ter na vida simplesmente
Um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca de varanda
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer

sexta-feira, 24 de junho de 2022

Poesia a Qualquer Hora (334) - Jofre Rocha

De Mãos Vazias

as mãos trago-as vazias
só nos olhos conservo o sonho.

e no íntimo
guardo recordações amargas
do gênero dito humano.

as mãos trago-as vazias
mas volto rico de presentes
para todos vós, camaradas.

minha bagagem de escravo forro,
ei-la:
um punhado de folhas soltas
contendo meus versos tristes
sabendo a fome e maresia.

as mãos trago-as vazias
e minha bagagem são só versos tristes…

mas para vós, camaradas
trago um peito aberto
para as dores do nosso sofrer
trago os braços abertos
para a solidariedade dum abraço.

volto de mãos vazias
de mãos vazias sim, camaradas
mas nos olhos conservo o sonho.

Jofre Rocha

sexta-feira, 10 de junho de 2022

Poesia a Qualquer Hora (333) - Ricardo Aleixo


Cine-Olho

Um
menino
não.
Era
mais
um
felino
um
Exu
afelinado
chispando
entre
os
carros
um
ponto
riscado
a
laser
na
noite
de
rua
cheia
ali
para
os
lados
do
Mercado.

Ricardo Aleixo