"Uma vaga noção de tudo, e um conhecimento de nada."
Charles Dickens (1812 - 1870) - Escritor Inglês

sábado, 30 de outubro de 2021

Trilha Sonora (339) - Bezerra da Silva

Alô São Pedro
Bezerra da Silva

Alô São Pedro
Eu não estou mais aguentando
É veja bem São Pedro
Eu não estou mais aguentando
Quando eu começar botar pra frente é porque aqui na terra o bicho tá pegando
O meu papo ele é verdadeiro
Se liga São Pedro não é de caô
O povão tá comendo um tal do nada assado, eu juro
Com o pão que o diabo amassou
Dê um pulo aqui na terra e, por favor, não esqueça de trazer do céu
Naves espaciais cheias de marmitas
Porque no meu Brasil a fome tá cruel
E também venha preparado
Para assistir o sufoco do povo
Senão o senhor também é sacaneado e volta batido pedindo socorro
Ih!
Isso é covardia, Pedrinho
Isso é covardia
Estão obrigando o povo a roubar, meu São Pedro, de noite pra comer de dia
Falei
Isso é covardia
Xangô!
Isso é covardia
Estão obrigando o povo a roubar, meu São Pedro, de noite pra comer de dia
Mas alô São Pedro
Alô São Pedro
Ih!
Eu não estou mais aguentando
Sujou, sujou!
Alô São Pedro
Eu não estou mais aguentando
Quando eu começar botar pra frente é porque aqui na terra o bicho tá pegando
E na hora do rango o senhor vai ver
Os pratos vazios em cima da mesa
Garfo brigando com faca dizendo cadê a boia que não chega?
E quando a carne aparece
O gato faminto do morro dançou
Venha ver se é verdade ou não é esse telefonema que eu dei pro senhor
Ih!
Isso é covardia, Pedrinho
Isso é covardia
Eles estão obrigando o povo a roubar, meu São Pedro, de noite pra comer de dia
Valei-me!
Isso é covardia
Amizade!
Isso é covardia
Estão obrigando o povo a roubar, meu São Pedro, de noite pra comer de dia
Mas alô São Pedro
Alô São Pedro
Ih!
Eu não estou mais aguentando
E eu também!
Alô São Pedro
Eu não estou mais aguentando
Quando eu começar botar pra frente é porque aqui na terra o bicho tá pegando
Olha aí o meu papo ele é verdadeiro se liga São Pedro não é de caô
O povão tá comendo um tal do nada assado, eu juro
Com o pão que o diabo amassou
Dê um pulo aqui na terra e, por favor, não esqueça de trazer do céu
Naves espaciais cheias de marmitas
Porque no meu Brasil a fome tá cruel
E também venha preparado
Para assistir o sufoco do povo
Senão o senhor também é sacaneado e volta batido pedindo socorro
Ih!
Isso é covardia, Xangô
Isso é covardia
Eles estão obrigando o povo a roubar, meu São Pedro, de noite pra comer de dia
Valei-me!
Isso é covardia
Amizade!
Isso é covardia
Estão obrigando o povo a roubar, meu São Pedro, de noite pra comer de dia
Mas alô São Pedro
Alô São Pedro
Ih!
Eu não estou mais aguentando
E eu também!
Alô São Pedro
Eu não estou mais aguentando
Quando eu começar botar pra frente é porque aqui na terra o bicho tá pegando
Ih mas alô São Pedro
Eu não estou mais aguentando
É veja bem São Pedro
Eu não estou mais aguentando
Quando eu começar assentar o dedo é porque aqui na terra o bicho tá pegando
Ih!
Alô São Pedro
Eu não estou mais aguentando
Diz aí
Alô São Pedro
Eu não estou mais aguentando
Quando eu começar botar pra frente é porque aqui na terra o bicho tá pegando
Ih!
Mas alô São Pedro
Eu não estou mais aguentando
É veja bem São Pedro
Eu não estou mais aguentando

sábado, 23 de outubro de 2021

Santos Dumont x Irmãos Wright

Hoje, 23 de outubro de 2021, completa-se 115 anos do primeiro voo público 
pelo 14-Bis, no campo de Bagatelle, na França. O brasileiro Santos Dumont 
foi o primeiro a ser capaz de colocar um avião no ar sem ajuda de qualquer
 outro recurso (catapulta ou rampa).

↳⇒ 23 de outubro de 1906 se alcançou um marco para a história:
Dumont fez voar o seu 14-Bis, uma máquina mais pesada que o ar.

Santos Dumont indiscutivelmente é o pai da aviação.

quarta-feira, 20 de outubro de 2021

Moçambicana Paulina Chiziane vence o Prêmio Camões de Literatura de 2021


A escritora moçambicana Paulina Chiziane é a vencedora do 33º Prêmio Luís de Camões. 
O anúncio foi feito no início da tarde desta quarta-feira, 20. Suas obras se destacam pelo protagonismo feminino e o seu livro mais conhecido é Niketche: uma história de poligamia, publicado pela primeira vez em 2002.

Paulina foi a escolhida por uma comissão julgadora composta de seis membros (sendo dois de Portugal, dois do Brasil e dois representantes do PALOPS - países africanos de língua oficial portuguesa), que se reuniram no final da manhã desta quarta para anunciar o resultado.

A história da escritora se mistura com a história de seu país de origem. Paulina nasceu em Manjacaze, uma vila rural do país, mas aos seis anos mudou-se para Maputo, capital de Moçambique. Tendo crescido em uma família protestante, participou ativamente de movimentos pela libertação do país de Portugal, de quem era colônia até 1975. A autora fez parte da Frente de Libertação de Moçambique, a Frelimo, responsável pela luta por independência.

Seu primeiro romance foi publicado em 1990, Balada de Amor ao Vento, mas foi com Niketche que ela atingiu o sucesso. O livro chegou a ganhar o Prêmio José Craveirinha, da Associação dos Escritores Moçambicanos. O último livro publicado por Paulina chama-se O Canto dos Escravizados, lançado em 2017.

No ano passado, o Prêmio Camões foi atribuído ao acadêmico português Vítor Manuel Aguiar e Silva, que coordenou o Dicionário de Luís de Camões. E, em 2019, o eleito foi Chico Buarque, decisão que irritou o presidente Jair Bolsonaro, que não assinou o diploma de atribuição. À essa reação, Chico disse que via a ausência dessa assinatura como "um segundo Camões".

Criado em 1988, o Prêmio Camões elege a cada ano, pelo conjunto da obra, um escritor de países onde o português é a língua oficial. Atribuído desde 1989, é considerado o principal prêmio literário da língua portuguesa no mundo.

(º> Fonte: TERRA >>>

O Prêmio Camões, foi instituído pelos governos do Brasil e de
Portugal em 1988, é atribuído aos autores que tenham contribuído para
o enriquecimento do patrimônio literário e cultural da língua portuguesa.

Todos os vencedores do Prêmio Camões:

1) 1989: Miguel Torga (Portugal)
2) 1990: João Cabral de Melo Neto (Brasil)
3) 1991: José Craveirinha (Moçambique)
4) 1992: Vergílio Ferreira (Portugal)
5) 1993: Rachel de Queiroz (Brasil)
6) 1994: Jorge Amado (Brasil)
7) 1995: José Saramago (Portugal)
8) 1996: Eduardo Lourenço (Portugal)
9) 1997: Pepetela (Angola)
10) 1998: Antonio Candido (Brasil)
11) 1999: Sophia de Mello Breyner Andresen (Portugal)
12) 2000: Autran Dourado (Brasil)
13) 2001: Eugénio de Andrade (Portugal)
14) 2002: Maria Velho da Costa (Portugal)
15) 2003: Rubem Fonseca (Brasil)
16) 2004: Agustina Bessa Luís (Portugal)
17) 2005: Lygia Fagundes Telles (Brasil)
18) 2006: José Luandino Vieira (Angola,
recusou o Prêmio Camões)
19) 2007: António Lobo Antunes (Portugal)
20) 2008: João Ubaldo Ribeiro (Brasil)
21) 2009: Armênio Vieira (Cabo Verde)
22) 2010: Ferreira Gullar (Brasil)
23) 2011: Manuel António Pina (Portugal)
24) 2012: Dalton Jérson Trevisan (Brasil)
25) 2013: António Emilio Leite Couto (Moçambique)
26) 2014: Alberto da Costa e Silva (Brasil)
27) 2015: Hélia Correia (Portugal)
28) 2016: Raduan Nassar (Brasil)
29) 2017: Manuel Alegre (Portugal)
30) 2018: Germano Almeida (Cabo Verde)
31) 2019: Chico Buarque de Hollanda (Brasil)
32) 2020: Vítor Aguiar e Silva (Portugal)
33) 2021: Paulina Chiziane (Moçambique)

domingo, 17 de outubro de 2021

Conheça e honre seus antepassados

 Para nascer precisamos de:

2 Pais
4 Avós
8 Bisavós
16 Trisavós
32 Tetravós
64 Pentavós
128 Hexavós
256 Heptavós
512 Oitavós
1024 Eneavós
2048 Decavós
Apenas o total das 11 últimas gerações, foram necessários 4.094 ANCESTRAIS, tudo isso em aproximadamente 300 anos antes de eu ou você nascermos!
Pare um momento e pense...
- De onde eles vieram?
- Quantas lutas já lutaram?
- Por quanta fome já passaram?
- Quantas guerras já viveram?
- Quantas vicissitudes sobreviveram os nossos antepassados?
Por outro lado, quanto amor, força, alegrias e estímulos nos legaram?
Quanto da sua força para sobreviver, cada um deles tiveram e deixaram dentro de nós para que hoje estejamos vivos.
Só existimos graças a tudo o que cada um deles passou.
É nosso dever honrar nossos antepassados!



Este dois sites acima ajudam você a encontrar seus antepassados.
Estes sites possuem apps para celulares também.

terça-feira, 12 de outubro de 2021

N. Sra. Aparecida situada na Via Expressa Eduardo Azeredo em Tupaciguara -MG

 


90 anos do Cristo Redentor


A cidade do Rio de Janeiro tem inúmeros cartões-postais. Um dos mais icônicos é o Cristo Redentor, famoso por ser uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno. Mas quando esse monumento foi criado? Por quem? Como ele foi feito? Veja todos os detalhes!

A ideia

Tudo começou em 1859, quando o padre lazarista francês Pierre-Marie Boss, da Igreja do Colégio Imaculada Conceição, teve o sonho de construir um monumento religioso no alto do Monte Corcovado, que tem 710 metros de altura. O padre registrou essa ideia no livro “Imitação de Cristo”, de 1903.


A proposta do padre começou a materializar-se nos preparativos para o centenário da Independência do Brasil, celebrado em 1922. Um ano antes foi aberta uma disputa entre os projetos para o monumento. O vencedor foi Heitor da Silva Costa.

Nessa mesma época, mais de 22 mil mulheres fizeram um abaixo-assinado para pedir ao presidente do Brasil da época, Epitácio Pessoa, autorização para a construção do monumento.

A ideia era a de que o Cristo fosse construído apenas com doações dos brasileiros. Com essa finalidade, em 1923, a Arquidiocese do Rio de Janeiro lançou a semana do Monumento, na qual foram arrecadados mil contos de réis. Anos depois, foram feitas novas arrecadações. No total, a construção custou 2.500 contos de reis.

O monumento

Os criadores do Cristo Redentor são o desenhista Heitor da Silva Costa, o pintor Carlos Oswald e o escultor Maximiliam Paul Landowsky, que esculpiu a cabeça e as mãos do monumento.

O Cristo Redentor encontra-se de braços abertos, formando uma cruz, e tem 38 metros de altura, o que equivale a um edifício de 13 andares. Desse total, 30 metros são do monumento e oito do pedestal. Cada braço tem área de 88 metros quadrados e o pé mede 1,35 metro. Somente a cabeça pesa 30 toneladas.

O monumento foi construído no Brasil, exceto a cabeça e as mãos, que foram moldadas em Paris, na França. O corpo de Cristo foi feito de pedra-sabão, que foi cortada em milhares de triângulos. Eles foram colados à mão sobre um tecido e, depois, aplicados na estátua por pastilheiros.


A única parte projetada para o interior da construção é o coração do Cristo Redentor, que mede 1,30 metro. O interior é composto por 12 platôs, ligados por escadarias, formando andares que se abrem nos braços e na cabeça. O monumento está preparado para resistir a ventos de até 250 km/h.

O Cristo Redentor foi inaugurado no dia 12 de outubro de 1931 e contou com a presença de peregrinos do mundo todo.

(º> Fonte: Brasil Escola >>>



segunda-feira, 11 de outubro de 2021

25 anos sem o poeta Renato Russo

Hoje, 25 anos da morte de Renato Russo...
Ele fez as canções exatas para todos os momentos de minha vida...




sexta-feira, 8 de outubro de 2021

Tanzaniano ganha o Nobel de Literatura de 2021

Prêmio Nobel de Literatura 2021

O romancista Abdulrazak Gurnah, da Tanzânia, radicado na Grâ-Bretanha recebeu o Prêmio Nobel de Literatura de 2021 nesta quinta-feira (07/10).

Ao anunciar o prêmio, a Academia Sueca elogiou Gurnah por retratar os "efeitos do colonialismo" de forma "intransigente e compassiva". O prêmio tem hoje o valor de 10 milhões de coroas suecas (R$ 6,2 milhões).

Autor de 10 romances, Gurnah tem hoje 73 anos. Seus livros mais famosos são 'Paradise' (Paraíso, sem edição em português) e 'Desertion' (Deserção, também sem edição em português).

Publicado em 1994, "Paradise" conta a história de um menino que cresceu na Tanzânia no início do século 20. O livro ganhou o Booker Prize, marcando a revelação de Gurnah como escritor.

"A dedicação de Abdulrazak Gurnah à verdade e sua aversão à simplificação são impressionantes", disse o Comitê do Nobel de Literatura.

(º> via: BBC >>>

Os 11 últimos vencedores do Nobel de Literatura:

2021: Abdulrazak Gurnah (Tanzânia)
2020: Louise Glück (Estados Unidos)
2019: Peter Hanckle (Áustria)
2018: Olga Tokarczuk (Polônia)
2017: Kazuo Ishiguro (Japão)
2016 : Bob Dylan (Estados Unidos)
2015: Svetlana Alexievitch (Bielorrússia)
2014: Patrick Modiano (França)
2013: Alice Munro (Canadá)
2012: Mo Yan (China)
2011: Tomas Tranströmer (Suécia)

"Parecia inofensiva, mas te dominou"...

 


terça-feira, 5 de outubro de 2021

Lugares que sofrem com o descaso e abandono em Tupaciguara

Aqui tem história.

 Prédios e locais que serviram outrora para a saúde, educação,
 emprego, diversão e entretenimento, hoje, estão em ruínas, 
abandonados, decadentes ou obsoletos. 

Só resta a poeira da história e da saudade, e do tempo, que não volta mais... 

Mas estão na memória de muitos tupaciguarenses, principalmente para 
os que usufruíram destes espaços e lugares de nossa cidade...











sexta-feira, 1 de outubro de 2021

Orelhão não tem mais função

Orelhão, oficialmente Telefone de Uso Público é o protetor para telefones públicos projetado pela arquiteta e designer brasileira, nascida na China, Chu Ming Silveira. Lançado em 4 de abril de 1972, inicialmente nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo.

Este aqui em Tupaciguara-MG está abandonado, sem o aparelho de telefone, só o orelhão mesmo. Mas que já serviu pra muitos conversarem, por o papo em dia, matar a saudade de alguém numa conversa de longa(e qualquer) distância ou apenas para fofocar mesmo.

Quando foram lançados eram com fichas, depois passaram a ser com cartão com créditos telefônicos. Estes cartões viraram itens de coleção, que tenho alguns milhares guardados...

Hoje em dia se tornou obsoleto, sem função e enferrujado, apenas uma imagem nostálgica, em algum canto da cidade...