"Uma vaga noção de tudo, e um conhecimento de nada."
Charles Dickens (1812 - 1870) - Escritor Inglês

sábado, 18 de março de 2017

R.I.P. Chuck Berry

Mais uma lenda do Rock que nos deixa

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Trilha Sonora (273) - Emerson, Lake and Palmer

Cést La Vie
Emerson, Lake and Palmer

C'est la vie
Have your leaves all turned to brown
Will you scatter them around you
C'est la vie
Do you love
And then how am I to know
If you dont let your love show for me
C'est la vie

Oh c'est la vie
Oh c'est la vie
Who knows, who cares, for me
C'est la vie

In the night
Do you light a lover's fire
Do the ashes of desire for you remain
Like the sea
There's a love to deep to show
Took a storm before my love
Flowed for you
C'est la vie

Oh c'est la vie
Oh c'est la vie
Who knows, who cares, for me
C'est la vie

Like a song
Out of tune and out of time
All I needed was a rhyme for you
C'est la vie
Do you give
Do you live from day to day
Is there no song I can play for you
C'est la vie

Oh c'est la vie
Oh c'est la vie
Who knows, who cares, for me
C'est la vie

quinta-feira, 16 de março de 2017

Sutilezas Literárias # 058 - John Steinbeck

(...)
Kino hesitou um momento. Aquele médico não era da sua raça. Era de uma raça que havia quase quatrocentos anos batia, esfomeava, roubava e desprezava a raça de Kino, apavorando-o também de tal modo que era humildemente que o indígena chegava àquela porta. E, como sempre que se aproximava de alguém daquela raça, Kino sentia ao mesmo tempo fraqueza, medo e cólera. A cólera e o terror se juntavam. Podia com mais facilidade matar o médico do que falar com ele, porque todos os homens da raça do médico falavam com todos os homens da raça de Kino como se fossem simples animais. E, quando Kino levantou a mão direita para bater com a argola de ferro no portão, a raiva cresceu dentro dele, a música violenta do inimigo lhe martelou os ouvidos e os lábios se apertaram contra os dentes — mas com a mão esquerda tirou o chapéu. A argola de ferro da aldrava bateu no portão. Kino tirou o chapéu e ficou esperando.

Coyotito gemeu um pouco nos braços de Juana e ela falou suavemente com ele. A gente do cortejo chegou mais perto para melhor ver e ouvir. Um momento depois, o grande portão se abriu alguns centímetros. Kino pôde ver a verde frescura do jardim e a água que caía de uma fonte através do portão entreaberto. O homem que olhava para ele era da sua raça. Kino falou com ele na língua antiga.

—O menino — o primeiro filho — foi envenenado pelo escorpião

— disse Kino. — Precisa do saber do curador.

O portão se fechou um pouco e o criado não quis falar na velha língua.

—Um momento — disse ele. — Vou falar pessoalmente.

Em seguida, fechou o portão e passou o ferrolho. O sol ofuscante lançava sobre o muro branco as compactas sombras pretas do povo. (...)

John Steinbeck, em "A Pérola" (The Pearl) - Editora Best Bolso / Record. Tradução: A.B. Pinheiro de Lemos

segunda-feira, 13 de março de 2017

Há 40 anos, Os Trapalhões estreava na Rede Globo

Os Trapalhões foi um programa humorístico brasileiro, criado por Wilton Franco e estrelado pelo grupo cômico de mesmo nome, composto por Didi, Dedé, Mussum e Zacarias; cada um desenvolveu uma persona cênica distinta. O grupo já obtinha sucesso na televisão e no cinema desde meados da década de 1960.

O programa estreou em março de 1977, antes do Fantástico. Exibido aos domingos, o programa apresentava uma sucessão de esquetes engraçadíssimas. Um dos maiores fenômenos de popularidade e audiência no Brasil em toda a história. 

Personagens
Protagonistas
Didi Mocó (Renato Aragão): Um esperto cearense com linguajar e aparência bastante cômicos, e que poucas vezes terminava as cenas com má sorte ou como perdedor, tanto enfrentando inimigos como seus próprios três companheiros. Apesar de ser o líder do grupo, em certas cenas é considerado pelos seus três companheiros como o membro de menor importância. Era apelidado de "cardeal", "cearense", "cabecinha" ou "cabeça-chata", referindo-se à sua condição de retirante nordestino.

Dedé (Dedé Santana): Era o que agia com mais seriedade e considerado o cérebro do grupo, sendo uma espécie de "segundo no comando". Sua masculinidade era sempre ironizada por Didi, que criava apelidos como "Divino" e "rapaz alegre".

Mussum: Um bem-humorado negro carioca que tinha orgulho de dizer que era natural do Morro da Mangueira, uma favela do Rio de Janeiro. Possuía um linguajar bastante peculiar, sempre empregando o "is" no final de quase todas as palavras, criando assim os bordões "cacildis" e "forévis". Sua maior paixão é a cachaça, a qual ele chama de "mé" (ou "mel"). Devido ao fato de ser negro, era sempre alvo de piadas e apelidos, como ser chamado ironicamente de Maizena por Didi, ou mesmo "azulão", "Mumu da Mangueira" ou "cromado". Faleceu em 1994

Zacarias: Um tímido e baixinho mineiro com personalidade infantil e voz bastante fina, como a de uma criança. Por ser calvo, sempre usava uma peruca e entrava em desespero se esta fosse retirada de sua cabeça, revelando sua calvície. Faleceu em 1990

Coadjuvantes
O principal elenco de coadjuvantes, devido aos vários anos nos quais participaram do programa, era:

Carlos Kurt: um homem louro, às vezes barbudo, intimidador, alto e com olhos enormes, que frequentemente representava vilões, valentões e outros personagens inimigos dos Trapalhões. Era frequentemente apelidado por Didi como "bode louro", "alumão" (alemão) e "macarrão de hospital". Teve grande participação no programa durante a década de 80, ao contrário da década de 90. Faleceu em 2003.

Roberto Guilherme: um homem grande, obeso e calvo que, assim como Carlos Kurt, também se destacou no programa interpretando papéis antagonistas. Seu principal trabalho foi dar vida ao seu mais famoso personagem, o Sargento Pincel, que comandava os "soldados" Trapalhões num quartel de exército. Roberto continuou a interpretar seu personagem ao lado de Renato Aragão e Dedé Santana em Aventuras do Didi.

Dino Santana: irmão de Dedé Santana. Representava personagens anônimos e sem destaque, o que pode tornar difícil saber quem e como ele é. Foi coadjuvante não só no programa dos Trapalhões até o ano final (1993), mas também em alguns filmes do quarteto, como Os Trapalhões e o Mágico de Oróz, no qual representou o personagem Beato do deserto. Dino foi coadjuvante também no programa Dedé e o Comando Maluco, estrelado por seu irmão Dedé Santana. Faleceu em 2010.

Ted Boy Marino: um lutador de luta-livre com um cabelo bem similar ao do personagem He-Man e sotaque espanhol. Faleceu em 2012.

Tião Macalé: um dos mais famosos coadjuvantes. Um homem negro com um sorriso sem-dentes, que quase sempre encerrava suas participações nas cenas com a frase "Nojento!", frase que o fez famoso no Brasil. Faleceu em 1993.

Felipe Levy: outro homem obeso e calvo, frequentemente escolhido para interpretar papéis de chefia, não só nas cenas comuns mas também no quadro do quartel dos Trapalhões, onde atuava como coronel. Por ter pele muito branca e ter cavanhaque, era às vezes chamado de "queijo-com-barba" por Didi. Faleceu em 2008.

Jorge Lafond: um homem negro, alto e magro, com sua personagem travesti bem afetado. Participou principalmente dos quadros do quartel dos Trapalhões. Faleceu em 2003.

Redação: 

Augusto César Vannuci, Carlos Alberto da Nóbrega, Adriano Stuart e Mário Wilson

Direção: 
Augusto César Vannucci, Adriano Studart, Osvaldo Loureiro, Gracindo Junior, Paulo Araújo, Walter Lacet, Wilton Franco, José Lavigne, Fernando Gueiros, Maurício Sherman, Paulo Aragão Neto 

Período de exibição: 13/03/1977-27/08/1995
Horário: aos domingos, 19h


(º> Fontes: Wikipédia >>>  //// Memória Globo >>>  [ clique e saiba mais ]



(-: (-: (-:  :-) :-) :-)
"Não perdia um programa. Saudades daquelas noites 
de domingo, onde as famílias se reuniam na sala, em 
frente à TV, para dar boas e sinceras gargalhadas."

Frase para a Semana

“Seja corajoso, você não
pode saltar um abismo
com dois pulos.” 
David Lloyd George
(Chorlton-upon-Medlock, 17 de janeiro de 1863 -
 Llanystumdwy, 26 de março de 1945) 
Foi um estadista britânico e o último membro do Partido Liberal 
a ser Primeiro-ministro do Reino Unido. 

sexta-feira, 10 de março de 2017

Poesia a Qualquer Hora (281) - Torquato Neto

Cogito

eu sou como eu sou
pronome
pessoal intransferível
do homem que iniciei
na medida do impossível

eu sou eu sou
agora
sem grandes segredos dantes
sem novos segredos dentes
nesta hora

eu sou como eu sou

presente
desferrolhado indecente
feito um pedaço de mim
eu sou como eu sou
vidente
e vivo tranquilamente
todas as horas do fim.

Torquato Neto

quinta-feira, 9 de março de 2017

Teste

É bem interessante.

Não mexe só com a visão, mas também com a mente!!!
 É um bom exercício para os olhos.

Encontre o C.

OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOCOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

Já encontrou o C? Então, agora, encontre o 8.

BBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBB
BBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBB
BBBBBBBBBBBBBBBBB8BBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBB
BBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBB
BBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBB
BBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBB

Depois de encontrar o 8, chegou a vez de encontrar o 6.

9999999999999999999999999999999999999999999999999999
9999999999999999999999999999999999999999999999999999
9999999999999999999999999999999999999999999999999999
9999999999999999999999999999999999999999999999999999
9999999999999999999999999999999999999999999999999999
9999699999999999999999999999999999999999999999999999
9999999999999999999999999999999999999999999999999999

Encontrado o 6, encontre agora o N.

MMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMNMMM
MMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM

Passou nos testes. Parabéns !!!

quarta-feira, 8 de março de 2017

Cena de Cinema # 266 - Máfia no Divã

(Máfia no Divã - 1999) +

Imagens da Vez: Pinturas de Maramgoní

 
 
 
 
Waldemar Marangoni Júnior
Nasceu em São Paulo, em 1972, e desde menino demonstrou interesse por desenho, já mostrando grande habilidade com formas e proporções. Começou a pintar aos 9 anos e não parou mais, como autodidata, evidenciando precocemente seu talento para a pintura. Ainda adolescente, começou a dar aula com tinta a óleo, em 1987 abre seu atelier, onde veio a ter seus próprios alunos.

(º> Saiba e Veja Mais: MARAMGONÍ >>>

segunda-feira, 6 de março de 2017

É bem isso Chorão...


Frase para a Semana

“O Estado nunca é tão 
eficiente como quando
 quer dinheiro.” 
 Anthony Burgess
(Manchester, 25 de fevereiro de 1917 - Londres, 22 de novembro de 1993) 
Foi um escritor, compositor e crítico britânico.

sábado, 4 de março de 2017

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Trilha Sonora (272) - Kasabian

Man Of Simple Pleasures
Kasabian
Compositor: Sergio Pizzorno

I'm a man, a man of simple pleasures
I got all i need so give me whisky measures
With dyslexic eyes i'm seeing very clearly
By the way i'm on my way
But all of my life i've been treated like a fool
But i'm no-one's fool

Here i go once again
Trying hard to pretend
There's a future in your man made rules
I'll be governed by the road
Get to shed this heavy load
I've seen your future
So leave me alone in the past

I am told the world is nearly ending
But when i look outside the birds are always singing

You throw sticks and bones remember every dog will have
Its day i'm on my way
But all of my life i've been treated like a fool
But i'm no-one's fool

Here i go once again
Trying hard to pretend
There's a future in your man made rules
I'll be governed by the road
Get to shed this heavy load
I've seen your future
So leave me alone in the past

Go on let the righteous guide you home
To where you belong
I'll stay, listen to my favourite tunes
That's where i belong
You won't take me for a ride
I'm far too fast for you to keep up with me
You won't take me for a ride
Never catch the man that need no money

quinta-feira, 2 de março de 2017

O Pior Dia de Todos?

O Pior Dia de Todos?
Chanie Gorkin

Hoje foi absolutamente o pior dia de todos
E não tente me convencer que
Há algo bom em cada dia
Porque, quando você olha mais de perto,
Este mundo é um lugar muito ruim
Mesmo sabendo que
Alguma bondade vem brilhar de tempos em tempos
Satisfação e felicidade não perduram
E não é verdade que
Está tudo na mente e no coração
Porque
A verdadeira felicidade pode ser obtida
Apenas se o que nos rodeia for bom
Não é verdade que o bem exista
Eu estou certo que você pode concordar com isso
A realidade
Cria
Minha atitude
Está tudo fora do meu controle
Nem em um milhão de anos me escutará dizer que
Hoje foi um bom dia

Agora leia de baixo para cima ↑↑↑
Tradução de Gabriel Bonfim

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017