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Charles Dickens (1812 - 1870) - Escritor Inglês
sábado, 30 de outubro de 2021
Trilha Sonora (339) - Bezerra da Silva
quarta-feira, 27 de outubro de 2021
terça-feira, 26 de outubro de 2021
sábado, 23 de outubro de 2021
Santos Dumont x Irmãos Wright
quarta-feira, 20 de outubro de 2021
Moçambicana Paulina Chiziane vence o Prêmio Camões de Literatura de 2021
Paulina foi a escolhida por uma comissão julgadora composta de seis membros (sendo dois de Portugal, dois do Brasil e dois representantes do PALOPS - países africanos de língua oficial portuguesa), que se reuniram no final da manhã desta quarta para anunciar o resultado.
A história da escritora se mistura com a história de seu país de origem. Paulina nasceu em Manjacaze, uma vila rural do país, mas aos seis anos mudou-se para Maputo, capital de Moçambique. Tendo crescido em uma família protestante, participou ativamente de movimentos pela libertação do país de Portugal, de quem era colônia até 1975. A autora fez parte da Frente de Libertação de Moçambique, a Frelimo, responsável pela luta por independência.
Seu primeiro romance foi publicado em 1990, Balada de Amor ao Vento, mas foi com Niketche que ela atingiu o sucesso. O livro chegou a ganhar o Prêmio José Craveirinha, da Associação dos Escritores Moçambicanos. O último livro publicado por Paulina chama-se O Canto dos Escravizados, lançado em 2017.
No ano passado, o Prêmio Camões foi atribuído ao acadêmico português Vítor Manuel Aguiar e Silva, que coordenou o Dicionário de Luís de Camões. E, em 2019, o eleito foi Chico Buarque, decisão que irritou o presidente Jair Bolsonaro, que não assinou o diploma de atribuição. À essa reação, Chico disse que via a ausência dessa assinatura como "um segundo Camões".
Criado em 1988, o Prêmio Camões elege a cada ano, pelo conjunto da obra, um escritor de países onde o português é a língua oficial. Atribuído desde 1989, é considerado o principal prêmio literário da língua portuguesa no mundo.
(º> Fonte: TERRA >>>

terça-feira, 19 de outubro de 2021
domingo, 17 de outubro de 2021
Conheça e honre seus antepassados
Para nascer precisamos de:
terça-feira, 12 de outubro de 2021
90 anos do Cristo Redentor
segunda-feira, 11 de outubro de 2021
25 anos sem o poeta Renato Russo
sexta-feira, 8 de outubro de 2021
Tanzaniano ganha o Nobel de Literatura de 2021
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| Prêmio Nobel de Literatura 2021 |
O romancista Abdulrazak Gurnah, da Tanzânia, radicado na Grâ-Bretanha recebeu o Prêmio Nobel de Literatura de 2021 nesta quinta-feira (07/10).
Ao anunciar o prêmio, a Academia Sueca elogiou Gurnah por retratar os "efeitos do colonialismo" de forma "intransigente e compassiva". O prêmio tem hoje o valor de 10 milhões de coroas suecas (R$ 6,2 milhões).
Autor de 10 romances, Gurnah tem hoje 73 anos. Seus livros mais famosos são 'Paradise' (Paraíso, sem edição em português) e 'Desertion' (Deserção, também sem edição em português).
Publicado em 1994, "Paradise" conta a história de um menino que cresceu na Tanzânia no início do século 20. O livro ganhou o Booker Prize, marcando a revelação de Gurnah como escritor.
"A dedicação de Abdulrazak Gurnah à verdade e sua aversão à simplificação são impressionantes", disse o Comitê do Nobel de Literatura.
(º> via: BBC >>>
terça-feira, 5 de outubro de 2021
Lugares que sofrem com o descaso e abandono em Tupaciguara
sexta-feira, 1 de outubro de 2021
Orelhão não tem mais função
Este aqui em Tupaciguara-MG está abandonado, sem o aparelho de telefone, só o orelhão mesmo. Mas que já serviu pra muitos conversarem, por o papo em dia, matar a saudade de alguém numa conversa de longa(e qualquer) distância ou apenas para fofocar mesmo.
terça-feira, 21 de setembro de 2021
Dia da Árvore
domingo, 19 de setembro de 2021
quarta-feira, 1 de setembro de 2021
Vamos Celebrar a Aberração!
Passando por aqui pra convocar os patriotários para o 7 de setembro, em favor do nosso MINTO. Para celebrarmos a Pandemia, os quase 600 mil mortos, o alto preço da cesta básica, da gasolina, do gás, da carne e do pão.
Celebrarmos as "rachadinhas", os atos anti-democráticos, o peculato e a prevaricação.
Vamos celebrar a falta de vacinas, a falta de emprego, falta de bom senso e o descaso pela educação.
Vamos celebrar a fome, com festa, velório e caixão... Vamos celebrar os fuzis e não o feijão, celebrar as armas e não os livros na mão...
Vamos celebrar os preconceitos, o ódio e nossa desunião...
Vamos comemorar como idiotas a cada Setembro e feriado...
Comemorar a maldade, a tortura e nossa ilusão...
Vamos celebrar a estupidez humana, a estupidez de um povo, e do nosso Estado que não é mais Nação...














































