"Uma vaga noção de tudo, e um conhecimento de nada."
Charles Dickens (1812 - 1870) - Escritor Inglês

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Atitudes de bem para um mundo melhor

Em meio a tanto ódio espalhado pelo mundo, pude constatar em uma semana aqui na minha cidade, atitudes que são dignas de louvor. "Um bom exemplo de bondade e respeito do que o verdadeiro amor é capaz". 

Duas senhoras possivelmente octogenárias, querendo atravessar a avenida, uma em cada dia da semana, uma por volta da 13 horas e outra por volta das 17 horas.

 Mas como o movimento de veículos nestas horas eram bem intensos, dificultavam a travessia das mesmas.

Eis que dois cidadãos de bem, pararam o automóvel em que conduziam, desceram e ajudaram as duas senhoras a atravessarem a avenida com seus passos lentos e tímidos.

Ainda bem que neste mundo corrido e violento, ainda surgem ações como essas.
 Parabéns aos envolvidos.

 Ando meio pessimista em relação ao ser humano, mas com atitudes como essas, de amor e gentileza ao próximo, elas são capazes de me fazer pensar que nós ainda temos chances.

Como disse o profeta Gentileza:
 "Gentileza gera gentileza". 

É isso que precisamos para o mundo: educação, respeito, amor e gentileza. 

*

Poesia a Qualquer Hora (288) - Flora Figueiredo

Caixa de Costura

Venho costurando minha vida 
com linhas de saudade. 
Procuro equilibrar-lhes a cor 
para que o resultado final não seja triste. 
Por vezes, é o cinza que insiste; 
por vezes, impera o marrom. 
Ainda bem que tem saudade bonita; 
mudo o tom, amarro fitas, 
busco a outra ponta do novelo; 
intercalo a trama em amarelo. 
A saudade é assim mesmo, 
tecelã do tempo.
Quando menos se espera, 
arremata o momento,leva embora, 
deixa a porta encostada, o cadarço de fora, 
e nunca avisa a hora de voltar. 
Ainda hei de costurar com verde florescente 
e, se a saudade chegar autoritariamente, 
vai se sentir enfraquecida. 
Enquanto procuro a cor, 
vou costurando a vida, 
sem saber qual vai ser o resultado. 
Caso ele não fique combinado, 
dou um nó, encosto agulha, guardo a linha, 
que essa culpa roxa não é minha. 
É uma artimanha branca do passado. 

Flora Figueiredo
[ Saiba + ]

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Perfeição - Legião Urbana

Música muito atual, como quase todas as canções da Legião Urbana

Prólogo x Epílogo

Prólogo
Prólogo é um texto ou uma advertência, geralmente breve que antecede uma obra escrita e que tem por objetivo apresentá-la ao leitor. Do grego “prólogos” que significa "escrito preliminar".

Prólogo é o mesmo que introdução, prefácio, prefação, preâmbulo. É a introdução de um trabalho, onde o autor desenvolve as ideias preliminares sobre o assunto que vai desenvolver no desenrolar da obra.

Prólogo representava originalmente a parte inicial de um drama grego, em que uma só personagem representava, antes da peça propriamente dita.


Epílogo
O termo epílogo significa conclusão. Indica a parte final de um discurso, no qual é feito um resumo final das ideias expostas, ou onde é apresentado o desfecho da história.

O epílogo de uma obra literária determina os últimos acontecimentos da história relatada. Nele estarão presentes todos os fatos que dão por encerrada a intriga. É a parte do texto em que se descreve o destino das personagens que constituem a trama. No epílogo também podem ser revelados fatos que complementam o sentido da ação.

Numa peça de teatro, o epílogo é a última cena, a última fala ou o último ato que dá por encerrada a ação.

(°> Fonte: Significados >>>

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Frase para a Semana

“Geralmente aqueles que 
sabem pouco falam muito 
e aqueles que sabem 
muito falam pouco.”
(Genebra, 28 de Junho de 1712 - Ermenonville (FRA), 2 de Julho de 1778),
Foi um importante filósofo, teórico político, escritor e compositor
autodidata suíço. É considerado um dos principais
filósofos do iluminismo e um precursor do romantismo.

sábado, 10 de junho de 2017

5 Links - # 235 >>>

Trilha Sonora (280) - Nat King Cole

Stardust
Nat King Cole
Compositor: Hoagy Carmichael
And now the purple dust of twilight time
Steals across the meadows of my heart
High up in the sky the little stars climb
Always reminding me that we're apart

You wander down the lane and far away
Leaving me a song that will not die
Love is now the stardust of yesterday
The music of the years gone by

Sometimes I wonder why I spend
The lonely night dreaming of a song
The melody haunts my reverie
And I am once again with you
When our love was new
And each kiss an inspiration
But that was long ago
Now my consolation
Is in the stardust of a song

Beside a garden wall
When stars are bright
You are in my arms
The nightingale tells his fairy tale
A paradise where roses grew
Though I dream in vain
In my heart it will remain
My stardust melody
The memory of love's refrain

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Manuel Alegre é o vencedor do Prêmio Camões de 2017

O Prêmio Camões de 2017 foi nesta quinta-feira(08/06) atribuído 
ao poeta e romancista Manuel Alegre, que se torna assim, aos 
81 anos, o 29.º autor (e o 12.º português) a receber a mais 
importante consagração literária da língua portuguesa.

Poeta, romancista e ensaísta, Manuel Alegre tem um longo percurso
 como lutador anti-fascista, é um dirigente histórico do
 PS (partido socialista) e foi candidato à Presidência República de 
Portugal em 2006. A sua escolha para vencedor do Prêmio Camões 
de 2017 foi “unânime e rápida”. O prêmio foi no valor de cem mil euros.

Ao longo de mais de 50 anos, Manuel Alegre construiu uma 
vasta obra poética com dezenas de títulos, entre os quais se contam,
entre muitos outros, O Canto e as Armas (1967), Nova do
 Achamento (1979), Atlântico (1981), Babilônia (1983), Com que Pena:
 Vinte Sonetos para Camões (1992), Sonetos do Obscuro quê (1993),
 Senhora das Tempestades (1998), Livro do Português Errante (2001) 
ou o recente Bairro Ocidental (2015).

Na ficção, estreou-se com Jornada de África (1989), a que se 
seguiram livros como Alma (1995), um romance de forte dimensão
 autobiográfica no qual narra a sua infância e adolescência, 
A Terceira Rosa (1998), Cão Como Nós (2002) ou Rafael (2003).

(º> Fonte: Publico >>>  [clique e saiba mais]

O Prêmio Camões, foi instituído pelos governos do Brasil e de 
Portugal em 1988, é atribuído aos autores que tenham contribuído para 
o enriquecimento do patrimônio literário e cultural da língua portuguesa.

Todos os vencedores do Prêmio Camões:
1) 1989: Miguel Torga (Portugal)
2) 1990: João Cabral de Melo Neto (Brasil)
3) 1991: José Craveirinha (Moçambique)
4) 1992: Vergílio Ferreira (Portugal)
5) 1993: Rachel de Queiroz (Brasil)
6) 1994: Jorge Amado (Brasil)
7) 1995: José Saramago (Portugal)
8) 1996: Eduardo Lourenço (Portugal)
9) 1997: Pepetela (Angola)
10) 1998: Antonio Candido (Brasil)
11) 1999: Sophia de Mello Breyner Andresen (Portugal)
12) 2000: Autran Dourado (Brasil)
13) 2001: Eugénio de Andrade (Portugal)
14) 2002: Maria Velho da Costa (Portugal)
15) 2003: Rubem Fonseca (Brasil)
16) 2004: Agustina Bessa Luís (Portugal)
17) 2005: Lygia Fagundes Telles (Brasil)
18) 2006: José Luandino Vieira (Angola,
recusou o Prêmio Camões)
19) 2007: António Lobo Antunes (Portugal)
20) 2008: João Ubaldo Ribeiro (Brasil)
21) 2009: Armênio Vieira (Cabo Verde)
22) 2010: Ferreira Gullar (Brasil)
23) 2011: Manuel António Pina (Portugal)
24) 2012: Dalton Jérson Trevisan (Brasil)
25) 2013: António Emilio Leite Couto (Moçambique)
26) 2014: Alberto da Costa e Silva (Brasil)
27) 2015: Hélia Correia (Portugal)
28) 2016: Raduan Nassar (Brasil)
29) 2017: Manuel Alegre (Portugal)

Uma imagem

A lua é logo ali

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Há 20 anos, Gustavo Kuerten, o Guga, vencia o primeiro Roland Garros

Há exatos 20 anos, Guga 
ganhava seu primeiro título, 
de três conquistas em 
Roland Garros. 



Veja os resultados dos sete

jogos de Guga que o levaram
à consagração e ao primeiro 
título em Roland Garros na
carreira em 1997.




Campanha:

1a. rodada: Gustavo Kuerten (BRA) 3x0 Slava Dosedel (TCH) 6/0 7/5 6/4

2a. rodada: Gustavo Kuerten (BRA) 3x1 Jonas Bjorkman (SUE) 6/4 6/2 4/6 7/5

3a. rodada: Gustavo Kuerten (BRA) 3x2 Tomas Muster (AUT) 6/7 (7/3) 6/1 6/3 3/6 6/4

Oitavas de Final: Gustavo Kuerten (BRA) 3x2 Andrei Medvedev (UCR) 5/7 6/1 6/2 1/6 7/5

Quartas de Final: Gustavo Kuerten (BRA) 3x2 Yevgeny Kafelnikov (RUS) 6/2 5/7 2/6 6/0 6/4

Semi Final: Gustavo Kuerten (BRA) 3x1 Filip Dewulf (BEL) 6/1 3/6 6/1 7/6 (7/4)

Final: Gustavo Kuerten (BRA) 3x0 Sergi Bruguera (ESP) 6/3 6/4 6/2

Números da partida:


Total sets jogados: 29 – Venceu 21 perdeu 8
Total games jogados: 269 – Venceu 159 perdeu 110
Total Aces: 69
Total Duplas Faltas: 34
Total Quebras: 41 em 128 chances (32,03 % de aproveitamento)
Games de Saque do oponente jogados: 133
Aproveitamento de quebras: 30,82 %
Games de saque jogados: 134
Aproveitamento de Aces: 51,49% (0,5 aces a cada game de saque)
Total Pontos Ganhos: 905
Premiação Total: US$ 644.006
Total Primeiro Serviço: 943
Primeiros serviços dentro: 522
Aproveitamento de Primeiro Serviço: (55,35 %)

(º> Fonte: Tenis News >>> [clique e saiba mais]



             VALEU  GUGA  !!!

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Frase para a Semana


“No meio da confusão, 
encontre a simplicidade. 
A partir da discórdia, 
encontre a harmonia. 
No meio da dificuldade 
reside a oportunidade.” 
Albert Einstein
(Ulm, 14 de março de 1879 - Princeton, 18 de abril de 1955)
Foi um físico teórico alemão. Entre seus principais trabalhos 
desenvolveu a teoria da relatividade geral, ao lado da mecânica
 quântica um dos dois pilares da física moderna.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Quem foi Bueno Brandão?

A principal Rua / Avenida de Tupaciguara-MG, chama-se Bueno Brandão. Neste logradouro é onde se situam a maioria do comércio tupaciguarense. Mas vocês sabem quem foi Bueno Brandão, o homenageado com o nome desta importante rua?

Júlio Bueno Brandão, nasceu em Ouro Fino-MG, em 11 de Julho de 1858. Bueno Brandão foi governador do Estado de Minas Gerais por duas vezes. Na época da República Velha, o governador era chamado de Presidente. 


A carreira política de Bueno Brandão iniciou-se em 1883, como vereador de Ouro Fino, função que desempenhou até 1887. Já no início da República, em 1891, o presidente do estado de Minas Gerais, Crispim Jacques Bias Fortes, nomeou Bueno Brandão presidente do Conselho de Intendência de Ouro Fino. 

Em 1892 elegeu-se presidente da Câmara Municipal. Durante a República Velha, o cargo de prefeito era exercido pelo presidente da Câmara Municipal. Sob sua administração, foram construídas estradas municipais, rede de abastecimento de água, feitas melhoras no serviço de telefonia, fundados a Escola Prática de Agricultura, a associação jornalística e literária da cidade e o jornal A Gazeta de Ouro Fino, foi criada a escola primária municipal e executadas obras de urbanização na cidade.


Em 1883 elegeu-se deputado estadual, defendendo até 1898 dois mandatos consecutivos na Assembleia Legislativa, onde foi líder do governo, relator da Comissão de Orçamento e presidente da Comissão de Assuntos Municipais.

Ele ingressou na política federal ao se eleger senador federal por Minas Gerais em 1897, sendo depois reeleito para um mandato até 1908. Neste período acumulou o cargo de vice-presidente do estado de Minas Gerais. Com a morte do presidente estadual João Pinheiro, em 1908, Bueno Brandão renunciou ao Senado Federal para assumir o governo de Minas Gerais, onde permaneceu de 25 de outubro de 1908 até 3 de abril de 1909. 

Com a eleição de Venceslau Brás para cumprir o resto do mandato de João Pinheiro no governo de Minas Gerais, Bueno Brandão retornou a Ouro Fino, onde permaneceu até ser eleito presidente estadual para o período de 1910 a 1914 pelo Partido Republicano Mineiro (PRM).

Após seu mandato de presidente estadual, Bueno Brandão também foi senador estadual (1915), deputado federal (1917-1920), presidindo a Câmara de maio de 1920 a maio de 1921, e senador federal (1924-1930).

(°> Fonte: Wikipédia >>>


Bueno Brandão possui um busto na Praça da Liberdade, na capital Belo Horizonte;

Teve seu rosto estampado também em selo de 1958, em comemoração ao centenário de seu nascimento;

Ele também dá seu nome a uma cidade em Minas Gerais, localizada na microrregião de Pouso Alegre, no sul do Estado.

Poesia a Qualquer Hora (287) - Artur Eduardo Benevides

Numa sexta-feira de junho

Saudades. Todas tuas. Quão sozinho!
Quão cheio de esperanças me perdi!
Ao ver-te em plenitude te sofri,
Sentindo-te mais forte do que o vinho.

Saudades. E não vens. Mas adivinho 
Como estejas agora por aí.
E juro que ao olhar-te me senti
Como quem nuvens colhe num caminho.

És o sol que me guia ou que me aquece. 
És a valsa distante, da quermesse. 
És o trigo do sonho a florescer.

Penso em teu rosto fino e delicado
E mesmo ao ver-me assim, tão desolado, 
Já quase morto estando, vou viver!

Artur Eduardo Benevides