(O Povo contra Larry Flynt - 1997) +
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"Uma vaga noção de tudo, e um conhecimento de nada."
Charles Dickens (1812 - 1870) - Escritor Inglês
Charles Dickens (1812 - 1870) - Escritor Inglês
quarta-feira, 29 de março de 2017
terça-feira, 28 de março de 2017
segunda-feira, 27 de março de 2017
Frase para a Semana
"Os mentirosos estão
sempre prontos a jurar."
Vittorio Alfieri
(Asti, 16 de janeiro de 1749 − Florença, 8 de outubro de 1803)
Foi um escritor italiano.
domingo, 26 de março de 2017
sábado, 25 de março de 2017
Horizonte Perdido
Horizonte Perdido
Lost Horizon - 1933
Autor : James Hilton
248 páginas
Tradução: Francisco Machado Vila
e Leonel Vallandro
e Leonel Vallandro
Editora Abril – Grandes Sucessos - 1980
Fugindo da guerra, um grupo de homens e mulheres é sequestrado para Shangri-Lá, aldeia encantada localizada num longínqua montanha no Tibete. Surge um mundo soberbo, paradisíaco, onde a dor, a velhice e a morte assumem novos significados. Uma civilização mística onde a vida caminha livre e tranquila em busca de um ideal de paz e sabedoria. [Texto da contracapa]
Horizonte Perdido, é um romance publicado em 1933, do autor britânico James Hilton. É uma história utópica, insólita e incomum. Quatro pessoas - Miss Roberta Brinklow, Henry Barnard, Hugh Conway e Charles Mallinson - vão parar numa aldeia denominada Shangri-Lá, - escondida nas montanhas do Tibete. De acesso quase impossível, lá se encontra um mosteiro, onde habitam pessoas que vivem em idades avançadas, inclusive o Lama Superior, que é quem comanda o lugar. Pressentindo sua morte ele escolhe um entre estes quatros, para ser o seu sucessor e novo líder do lugar misterioso. Lá as pessoas que vivem, partem da premissa do uso da moderação em tudo que fazem, sejam nas atitudes e nas atividades. Um refúgio para conhecer a você mesmo, buscando paz e tranquilidade para uma vida longa.
É este o ‘Horizonte Perdido’, Shangri-Lá, um lugar ideal, terra de saúde, felicidade e harmonia, onde reina a paz e a sabedoria.
Um ótimo livro de suspense, enigmático e filosófico.
O romance foi adaptado duas vezes para o cinema, em 1937 com direção de Frank Capra, e, em 1973, com direção de Charles Jarrott.
:::: Veja o Filme no Youtube (1973) >>> ::::
Trechos:
- “O principal artigo de fé é a moderação. Preconize a virtude de evitar excessos de toda sorte, incluindo, com perdão do paradoxo, o próprio excesso de virtude.” – págs: 83 e 84
- “... quem dedica culto aos heróis deve estar preparado para as desilusões.” – p. 174
O autor:
Nasceu em Leigh, Lancashire, Inglaterra, a 9 de setembro de 1900, e morreu em Long Beach, Califórnia, EUA, a 20 de dezembro de 1954. Escreveu romances e roteiros para o cinema. Outros livros: E Agora Adeus (1931), Adeus Mr. Chips (1934) e Aquele Dia Inesquecível (1945).
*
Fica a Dica!
sexta-feira, 24 de março de 2017
Poesia a Qualquer Hora (282) - Jorge de Sena
Crueldades, prisões, perseguições, injustiças,
como sereis cruéis, como sereis injustas?
Quem torturais, quem perseguis,
quem esmagais vilmente em ferros que inventais,
apenas sendo vosso gemeria as dores
que ansiosamente ao vosso medo lembram
e ao vosso coração cardíaco constrangem.
Quem de vós morre, quem de por vós a vida
lhe vai sendo sugada a cada canto
dos gestos e palavras, nas esquinas
das ruas e dos montes e dos mares
da terra que marcais, matriculais, comprais,
vendeis, hipotecais, regais a sangue,
esses e os outros, que, de olhar à escuta
e de sorriso amargurado à beira de saber-vos,
vos contemplam como coisas óbvias,
fatais a vós que não a quem matais,
esses e os outros todos... - como sereis cruéis,
como sereis injustas, como sereis tão falsas?
Ferocidade, falsidade, injúria
são tudo quanto tendes, porque ainda é nosso
o coração que apavorado em vós soluça
a raiva ansiosa de esmagar as pedras
dessa encosta abrupta que desceis.
Ao fundo, a vida vos espera. Descereis ao fundo.
Hoje, amanhã, há séculos, daqui a séculos?
Descereis, descereis sempre, descereis.
Jorge de Sena
quinta-feira, 23 de março de 2017
quarta-feira, 22 de março de 2017
terça-feira, 21 de março de 2017
segunda-feira, 20 de março de 2017
Frase para a Semana
“Não há dano semelhante
ao do tempo perdido.”
Michelangelo
(Caprese, 6 de março de 1475 — Roma, 18 de fevereiro de 1564)
Foi um pintor, escultor, poeta e arquiteto italiano, considerado
um dos maiores criadores da história da arte do ocidente.
domingo, 19 de março de 2017
sábado, 18 de março de 2017
Trilha Sonora (273) - Emerson, Lake and Palmer
Cést La Vie
Emerson, Lake and Palmer
C'est la vie
Have your leaves all turned to brown
Will you scatter them around you
C'est la vie
Do you love
And then how am I to know
If you dont let your love show for me
C'est la vie
Oh c'est la vie
Oh c'est la vie
Who knows, who cares, for me
C'est la vie
In the night
Do you light a lover's fire
Do the ashes of desire for you remain
Like the sea
There's a love to deep to show
Took a storm before my love
Flowed for you
C'est la vie
Oh c'est la vie
Oh c'est la vie
Who knows, who cares, for me
C'est la vie
Like a song
Out of tune and out of time
All I needed was a rhyme for you
C'est la vie
Do you give
Do you live from day to day
Is there no song I can play for you
C'est la vie
Oh c'est la vie
Oh c'est la vie
Who knows, who cares, for me
C'est la vie
sexta-feira, 17 de março de 2017
quinta-feira, 16 de março de 2017
Sutilezas Literárias # 058 - John Steinbeck
(...)
Kino hesitou um momento. Aquele médico não era da sua raça. Era de uma raça que havia quase quatrocentos anos batia, esfomeava, roubava e desprezava a raça de Kino, apavorando-o também de tal modo que era humildemente que o indígena chegava àquela porta. E, como sempre que se aproximava de alguém daquela raça, Kino sentia ao mesmo tempo fraqueza, medo e cólera. A cólera e o terror se juntavam. Podia com mais facilidade matar o médico do que falar com ele, porque todos os homens da raça do médico falavam com todos os homens da raça de Kino como se fossem simples animais. E, quando Kino levantou a mão direita para bater com a argola de ferro no portão, a raiva cresceu dentro dele, a música violenta do inimigo lhe martelou os ouvidos e os lábios se apertaram contra os dentes — mas com a mão esquerda tirou o chapéu. A argola de ferro da aldrava bateu no portão. Kino tirou o chapéu e ficou esperando.
Coyotito gemeu um pouco nos braços de Juana e ela falou suavemente com ele. A gente do cortejo chegou mais perto para melhor ver e ouvir. Um momento depois, o grande portão se abriu alguns centímetros. Kino pôde ver a verde frescura do jardim e a água que caía de uma fonte através do portão entreaberto. O homem que olhava para ele era da sua raça. Kino falou com ele na língua antiga.
—O menino — o primeiro filho — foi envenenado pelo escorpião
— disse Kino. — Precisa do saber do curador.
O portão se fechou um pouco e o criado não quis falar na velha língua.
—Um momento — disse ele. — Vou falar pessoalmente.
Em seguida, fechou o portão e passou o ferrolho. O sol ofuscante lançava sobre o muro branco as compactas sombras pretas do povo. (...)
John Steinbeck, em "A Pérola" (The Pearl) - Editora Best Bolso / Record. Tradução: A.B. Pinheiro de Lemos
quarta-feira, 15 de março de 2017
terça-feira, 14 de março de 2017
segunda-feira, 13 de março de 2017
Há 40 anos, Os Trapalhões estreava na Rede Globo
Os Trapalhões foi um programa humorístico brasileiro, criado por Wilton Franco e estrelado pelo grupo cômico de mesmo nome, composto por Didi, Dedé, Mussum e Zacarias; cada um desenvolveu uma persona cênica distinta. O grupo já obtinha sucesso na televisão e no cinema desde meados da década de 1960.
O programa estreou em março de 1977, antes do Fantástico. Exibido aos domingos, o programa apresentava uma sucessão de esquetes engraçadíssimas. Um dos maiores fenômenos de popularidade e audiência no Brasil em toda a história.
Personagens
Protagonistas
Didi Mocó (Renato Aragão): Um esperto cearense com linguajar e aparência bastante cômicos, e que poucas vezes terminava as cenas com má sorte ou como perdedor, tanto enfrentando inimigos como seus próprios três companheiros. Apesar de ser o líder do grupo, em certas cenas é considerado pelos seus três companheiros como o membro de menor importância. Era apelidado de "cardeal", "cearense", "cabecinha" ou "cabeça-chata", referindo-se à sua condição de retirante nordestino.
Dedé (Dedé Santana): Era o que agia com mais seriedade e considerado o cérebro do grupo, sendo uma espécie de "segundo no comando". Sua masculinidade era sempre ironizada por Didi, que criava apelidos como "Divino" e "rapaz alegre".
Mussum: Um bem-humorado negro carioca que tinha orgulho de dizer que era natural do Morro da Mangueira, uma favela do Rio de Janeiro. Possuía um linguajar bastante peculiar, sempre empregando o "is" no final de quase todas as palavras, criando assim os bordões "cacildis" e "forévis". Sua maior paixão é a cachaça, a qual ele chama de "mé" (ou "mel"). Devido ao fato de ser negro, era sempre alvo de piadas e apelidos, como ser chamado ironicamente de Maizena por Didi, ou mesmo "azulão", "Mumu da Mangueira" ou "cromado". Faleceu em 1994
Zacarias: Um tímido e baixinho mineiro com personalidade infantil e voz bastante fina, como a de uma criança. Por ser calvo, sempre usava uma peruca e entrava em desespero se esta fosse retirada de sua cabeça, revelando sua calvície. Faleceu em 1990
Coadjuvantes
O principal elenco de coadjuvantes, devido aos vários anos nos quais participaram do programa, era:
Carlos Kurt: um homem louro, às vezes barbudo, intimidador, alto e com olhos enormes, que frequentemente representava vilões, valentões e outros personagens inimigos dos Trapalhões. Era frequentemente apelidado por Didi como "bode louro", "alumão" (alemão) e "macarrão de hospital". Teve grande participação no programa durante a década de 80, ao contrário da década de 90. Faleceu em 2003.
Roberto Guilherme: um homem grande, obeso e calvo que, assim como Carlos Kurt, também se destacou no programa interpretando papéis antagonistas. Seu principal trabalho foi dar vida ao seu mais famoso personagem, o Sargento Pincel, que comandava os "soldados" Trapalhões num quartel de exército. Roberto continuou a interpretar seu personagem ao lado de Renato Aragão e Dedé Santana em Aventuras do Didi.
Dino Santana: irmão de Dedé Santana. Representava personagens anônimos e sem destaque, o que pode tornar difícil saber quem e como ele é. Foi coadjuvante não só no programa dos Trapalhões até o ano final (1993), mas também em alguns filmes do quarteto, como Os Trapalhões e o Mágico de Oróz, no qual representou o personagem Beato do deserto. Dino foi coadjuvante também no programa Dedé e o Comando Maluco, estrelado por seu irmão Dedé Santana. Faleceu em 2010.
Ted Boy Marino: um lutador de luta-livre com um cabelo bem similar ao do personagem He-Man e sotaque espanhol. Faleceu em 2012.
Tião Macalé: um dos mais famosos coadjuvantes. Um homem negro com um sorriso sem-dentes, que quase sempre encerrava suas participações nas cenas com a frase "Nojento!", frase que o fez famoso no Brasil. Faleceu em 1993.
Felipe Levy: outro homem obeso e calvo, frequentemente escolhido para interpretar papéis de chefia, não só nas cenas comuns mas também no quadro do quartel dos Trapalhões, onde atuava como coronel. Por ter pele muito branca e ter cavanhaque, era às vezes chamado de "queijo-com-barba" por Didi. Faleceu em 2008.
Jorge Lafond: um homem negro, alto e magro, com sua personagem travesti bem afetado. Participou principalmente dos quadros do quartel dos Trapalhões. Faleceu em 2003.
Redação:
Augusto César Vannuci, Carlos Alberto da Nóbrega, Adriano Stuart e Mário Wilson
Direção:
Augusto César Vannucci, Adriano Studart, Osvaldo Loureiro, Gracindo Junior, Paulo Araújo, Walter Lacet, Wilton Franco, José Lavigne, Fernando Gueiros, Maurício Sherman, Paulo Aragão Neto
Período de exibição: 13/03/1977-27/08/1995
Horário: aos domingos, 19h
(º> Fontes: Wikipédia >>> //// Memória Globo >>> [ clique e saiba mais ]
(-: (-: (-: :-) :-) :-)
"Não perdia um programa. Saudades daquelas noites
de domingo, onde as famílias se reuniam na sala, em
frente à TV, para dar boas e sinceras gargalhadas."
Frase para a Semana
“Seja corajoso, você não
pode saltar um abismo
com dois pulos.”
David Lloyd George
(Chorlton-upon-Medlock, 17 de janeiro de 1863 -
Llanystumdwy, 26 de março de 1945)
Foi um estadista britânico e o último membro do Partido Liberal
a ser Primeiro-ministro do Reino Unido.
domingo, 12 de março de 2017
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