"Uma vaga noção de tudo, e um conhecimento de nada."
Charles Dickens (1812 - 1870) - Escritor Inglês

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Frase da Vez

“Não adianta se entregar
 aos sonhos se você se 
esquece de viver.”
J.K. Rowling
(Yate, 31 de julho de 1965)
Mais conhecida como J. K. Rowling, é uma escritora, 
roteirista e produtora cinematográfica britânica, notória 
por escrever a série de livros Harry Potter.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Stairway to Heaven ou Highway to Hell

Duas excelentes canções, rock em estado puro,
 de duas grandes bandas, Led Zeppelin e AC/DC !



Stairway to Heaven (Escada para o Paraíso), com 8 minutos e 02 segundos de duração, foi composta por Jimmy Page e Robert Plant, guitarrista e vocalista respectivamente da lendária banda britânica Led Zeppelin. É considerada por muitos, como uma das maiores canções do rock de todos os tempos. A canção faz parte do álbum Led Zeppelin IV e foi lançada em novembro de 1971.

>>> Letra e tradução >>>

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Highway to Hell (Estrada para o Inferno), com 3 minutos e 28 segundos de duração, foi composta por Angus Young, Malcolm Young e Bon Scott, integrantes da banda australiana AC/DC. A canção foi lançada em Julho de 1979 e faz parte do álbum homônimo, o sexto da banda. Considerada também uma das melhores canções do rock mundial.

>>> Letra e tradução >>>

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Qual vocês preferem?

domingo, 4 de fevereiro de 2018

sábado, 3 de fevereiro de 2018

Trilha Sonora (298) - Black Sabbath

Iron Man
Black Sabbath

Compositores: Bill Ward, Geezer Butler, 
Ozzy Osbourne e Tony Iommi

Has he lost his mind?
Can he see or is he blind?
Can he walk at all
Or if he moves will he fall?

Is he alive or dead?
Has he thoughts within his head?
We'll just pass him there
Why should we even care?

He was turned to steel
In the great magnetic field
When he travelled time
For the future of mankind

He was turned to steel
In the great magnetic field
When he travelled time
For the future of mankind

Nobody wants him
He just stares at the world
Planning his vengeance
That he will soon unfurl

Now the time is here
For iron man to spread fear
Vengeance from the grave
Kills the people he once saved

Nobody wants him
They just turn their heads
Nobody helps him
Now he has his revenge

Heavy boots of lead
Fills his victims full of dread
Running as fast as they can
Iron man lives again!

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Cena de Cinema # 295 - O Rei Leão

(O Rei Leão - 1994) +

Todos Contra Todos, de Leandro Karnal

Todos Contra Todos
(O Ódio Nosso de Cada Dia)

Leandro Karnal 

Editora LeYa – 143 páginas - 2017

(...) Todos Contra Todos escancara a polêmica das palavras que ferem, a natureza das reações raivosas dirigidas ao outro e o porquê de escondermos de nós mesmos a adesão às pequenas e grandes maldades do dia a dia. Com a marca da fala fácil e envolvente que o transformou no historiador mais pop do Brasil, Karnal não só disseca a natureza do ódio, da violência e do preconceito brasileiro, como explora as origens de um sentimento universal que negamos e odiamos sentir. [texto da contra capa]

Neste livro o professor e historiador Leandro Karnal, joga por terra o mito de que o povo brasileiro é um ser pacífico e amável. Neste livro instigante e provocativo, Karnal nos afirma que o ódio está inserido na sociedade brasileira de várias formas. O autor analisa a violência no Brasil, à época das revoltas regionais, como a Cabanada, Balaiada, Farroupilha, etc, passando pela escravidão, pela violência racial e social, violência no trânsito, doméstica, a intolerância política dos ‘coxinhas’ contra os ‘petralhas’ e ao torcer pelo nosso time, até a violência difamatória, homofóbica, racista, misógina e preconceituosa nas redes sociais. Algum destes gestos de ódio gera e institui a violência real. O brasileiro é violento no dia a dia, mas não assume ou admite que isso é um fato verdadeiro. Somos cercados de ódio por todos os lados. Mas como disse Raul Seixas: "O ódio não é real, é ausência de amor."

“Todos contra Todos – O Ódio Nosso de Cada Dia”, revela um lado escuro do brasileiro. Uma excelente reflexão histórica e social sobre o ódio que gera a violência ou vice-versa, de vários tipos no Brasil.

Excelente livro, bem escrito e fundamentado, com o estilo Karnal sarcástico de ser. Recomendo.

Trechos:
-“ Somos um país violento. Violentos ao dirigir, violentos nas ruas, violentos nos comentários e fofocas, violentos ao torcer por nosso time, violentos ao votar.” - p. 10

-“O ódio é gêmeo do medo, e pessoas com medo cedem fácil sua liberdade de pensamento e ação.” – p. 12

-“É manchete de jornal a violência que atinge grupos de elite, mas nunca aquela que atinge grupos sociais específicos, como negros, pobres, homossexuais e transexuais. Nossa violência é estrutural. Não é diferente da violência humana, mas é aumentada pela injustiça social, pelas relações raciais e pela própria violência política.” – p. 22

-“E convém lembrar que o ódio é sempre uma resposta ao medo, à insegurança e à ignorância. Como não sei lidar com essas três forças, acabo manifestando o ódio. O ódio é sempre filho do medo, o ódio é sempre filho de uma mudança de situação. O ódio aumenta em período de crise, quando há mais medo.” – p. 42

-“ ...a história do Brasil é uma história de violência, ao contrário do que nos ensinaram na escola. Somos um país com um histórico de estupros, linchamentos e ataques variados. Somos um país que vive um clima social de guerra civil, mas assim como os livros de história jamais trataram nossas guerras civis como tais, hoje poucos reconhecem que vivemos sob guerra civil.” – p. 46

-“ A violência contra a mulher é histórica e cultural e deve aumentar à medida que a consciência feminina trouxer essa questão cada vez mais à tona para debate. Ela deve aumentar exatamente porque as mulheres, com toda razão e muita dignidade, estão enterrando um período histórico de aceitação da violência, estão enterrando séculos de tolerância ao assédio, séculos de ocultação da violência doméstica. Nós temos dias muito promissores pela frente. Mas temos também violência.
Os homens têm muito medo das mulheres. Violência, estupro e assédio fazem parte de um compromisso do homem para matar esse medo. O ataque a homossexuais e a mulheres, realizado dominantemente por homens, é um sinal de que hoje o grupo mais assustado da sociedade são os homens. Porque o espaço tradicional da identidade do homem está sendo fechado.” – p. 52

- “Personalidades negociadoras e pacifistas são menos sedutoras do que as violentas e odiosas. É o ódio, e não o amor, que de fato nos seduz e nos deleita.” – p. 75

-“ O último cristão morreu na cruz. Ou seja, Jesus foi o primeiro e último cristão.”
NIETZSCHE, citado na p. 82

-“ O adulto é filho da criança.”
ROUSSEAU, citado na p. 84

-“ A internet não produziu os idiotas, mas os idiotas puderam constituir um bloco expressivo com a internet. Eles entenderam que o seu medo não era só deles, e que sua ideia equivocada sobre as mulheres, sobres os judeus ou sobre os gays era compartilhada por mais pessoas. Isso lhes deu uma segurança.” – p. 108

-“ Tácito, na Roma clássica, dizia que os homens se apressam mais a retribuir um dano do que retribuir um benefício. A gratidão é um peso, a vingança é um prazer. Na nossa hipocrisia contemporânea, devemos ser felizes a qualquer custo, enquanto sentimos rejeição à tristeza e à melancolia.” – p. 111

-“ O lado bom da crise brasileira é que, de fato, trouxe à tona a política como exercício de poder. Sabemos que nenhum dos lados envolvidos no debate está lá pelo benefício de todos, mas pelo benefício de seu interesse. Estamos clamando que a política seja o que nunca foi, um exercício administrativo do bem. Que a política deixe de ser cordial e passe a ser mais técnica. Que o administrador político seja menos ideológico, e que a sua ideologia seja a ideologia do coletivo. Que políticos não representem interesse muito imediato, partidário, familiar ou de grupo. Que deixe essa carga de subjetividade e entre numa carga de objetividade. Então, em parte, todo esse debate é sobre uma tentativa de criar o que não existe: que é a política coletiva, do bem comum, administradora da maioria, um projeto de Estado, e não um projeto de governo. Esse é um desejo coletivo neste momento.” – p. 123

-“Não acredito, portanto, em candidatos que encarnem a redenção nacional. Não acredito em messias, nem salvadores da pátria. Não acredito em seres impolutos. Não acredito porque o problema não é a ética da Presidência da República, ainda que ela tenha influência. Períodos em que o presidente da República foi notavelmente ético não melhoraram o comportamento da sociedade.” – p. 132

-“ Para quebrar a cadeia do ódio, a primeira tarefa é parar de ensinar ódio às crianças. Ter cuidado extremo com aquilo que se fala, porque as crianças incorporam esse discurso, por causa da autoridade e do afeto. Interromper esse fluxo de ódio exige interromper a educação do ódio. Requer que professores e pais parem de expressar constantemente ódio, mas expressem no seu lugar críticas racionais capazes de serem debatidas. Afinal, o ódio não admite que o outro refute. O ódio é passional. Se você redarguir, aumento o meu entusiasmo em defesa ou parto para agressão. Então, para que interrompamos o fluxo de ódio, é preciso interromper o fluxo de ataque irracional.” – p. 136

O Autor:
Leandro Karnal é historiador, doutor em História Social pela USP e professor na UNICAMP. Participa frequentemente de programas como o Jornal da Cultura e Café Filosófico. Escreveu em autoria ou co-autoria mais de dez livros, alguns dos quais estão entre os mais vendidos do Brasil, como “Todos contra todos” ; “Felicidade ou Morte”; “Pecar e Perdoar”; “Detração – breve ensaio sobre o maldizer”; “História dos Estados Unidos “ e “Conversas com um jovem professor”. É membro do conselho editorial de muitas revistas científicas do país. É colunista fixo do jornal Estadão e tem participações diárias nas rádios e canais de TV do grupo Bandeirantes. Seus vídeos e frases circulam pela internet com grande popularidade.

Fica a Dica !

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Frase da Vez

"A inquietude é a verdadeira
 atitude diante da vida."
 
Soren Kierkegaard
(5 de maio de 1813 - 11 de novembro de 1855) 
Foi um filósofo dinamarquês, teólogo, poeta, crítico social, 
e autor religioso que é amplamente considerado 
o primeiro filósofo existencialista

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Flamengo é o Campeão da Copa São Paulo de Futebol Júnior 2018

Um Idoso na Fila do Detran, por Zuenir Ventura

Um Idoso na Fila do Detran
Zuenir Ventura

“O senhor aqui é idoso”, gritava a senhora para o guarda, no meio da confusão na porta do Detran da Avenida Presidente Vargas, apontando com o dedo o tal “senhor”. Como ninguém protestasse, o policial abriu o caminho para que o velhinho enfim passasse à frente de todo mundo para buscar a sua carteira.

Olhei em volta e procurei com os olhos 0 velhinho, mas nada. De repente, percebi que o “idoso” que a dama solidária queria proteger do empurra-empurra não era outro senão eu.

Até hoje não me refiz do choque, eu que já tinha me acostumado a vários e traumáticos ritos de passagem para a maturidade: dos 40, quando em crise se entra pela primeira vez nos “entra”; dos 50, quando, deprimido, salte que jamais vai se fazer outros 50 (a gente acha que pode chegar aos 80, mas aos 100?); e dos 60, quando um eufemismo diz que a gente entrou na “terceira idade”. Nunca passou pela minha cabeça que houvesse uma outra passagem, um outro marco, aos 65 anos. E, muito menos, nunca achei que viesse a ser chamado, tão cedo, de “idoso”, ainda mais numa fila do Detran.

Na hora, tive vontade de pedir à tal senhora que falasse mais baixo. Na verdade, tive vontade mesmo foi de lhe dizer: “idoso é o senhor seu pai. O que mais irritava era a ausência total de hesitação ou dúvida. Como é que ela tinha tanta certeza? Que ousadia! Quem lhe garantia que eu tinha 65 anos, se nem pediu pra ver minha identidade? E 0 guarda paspalhão, por que não criou um caso, exigindo prova e documentos? Será que era tão evidente assim? Como além de idoso eu era um recém-operado, acabei aceitando ser colocado pela porta adentro. Mas confesso que furei a fila sonhando com a massa gritando, revoltada: “esse coroa tá furando a fila! Ele não é idoso! Manda ele lá pro fim!” Mas que nada, nem um pio.

O silêncio de aprovação aumentava o sentimento de que eu era ao mesmo tempo privilegiado e vítima — do tempo. Me lembrei da manhã em que acordei fazendo 60 anos: “Isso é uma sacanagem comigo”, me disse, “eu não mereço.” Há poucos dias, ao revelar minha idade, uma jovem universitária reagira assim: “Mas ninguém lhe dá isso.” Respondi que, em matéria de idade, o triste é que ninguém precisa dar para você ter. De qualquer maneira, era um gentil consolo da linda jovem. Ali na porta do Detran, nem isso, nenhuma alma caridosa para me “dar” um pouco menos.

Subi e a mocinha da mesa de informações apontou para os balcões 15 e 16, onde havia um cartaz avisando: “Gestantes, deficientes físicos e pessoas idosas.” Hesitei um pouco e ela, já impaciente, perguntou: “O senhor não tem mais de 65 anos? Não é idoso?”

— Não, sou gestante — tive vontade de responder, mas percebi que não carregava nenhum sinal aparente de que tinha amamentado ou estava prestes a amamentar alguém. Saí resmungando: “não tenho mais, tenho só 65 anos.”

O ridículo, a partir de uma certa idade, é como você fica avaro em matéria de tempo: briga por causa de um mês, de um dia. “Você nasceu no dia 14, eu sou do dia 15”, já ouvi essa discussão.

Enquanto espero ser chamado, vou tentando me lembrar quem me faz companhia nesse triste transe. Ai, se não me falha a memória — e essa é a segunda coisa que mais falha nessa idade —, me lembro que Fernando Henrique, Maluf e Chico Anysio estariam sentados ali comigo. Por associação de idéias, ou de idades, vou recordando também que só no jornalismo, entre companheiros de geração, há um respeitável time dos que não entram mais em fila do Detran, ou estão quase não entrando: Ziraldo, Dines, Gullar, Evandro Carlos, Milton Coelho, Janio de Freitas (Lemos, Cony, Barreto, Armando e Figueiró já andam de graça em ônibus há um bom tempo). Sei que devo estar cometendo injustiça com um ou com outro — de ano, meses ou dias —, e eles vão ficar bravos. Mas não perdem por esperar: é questão de tempo.

Ah, sim, onde é que eu estava mesmo? “No Detran”, diz uma voz. Ah, sim. “E o atendimento?” Ah, sim, está mais civilizado, há mais ordem e limpeza. Mas mesmo sem entrar em fila passa-se um dia para renovar a carteira. Pelo menos alguma coisa se renova nessa idade.

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

11 Caricaturas de Escritores Estrangeiros I

Edgar Allan Poe

Honoré de Balzac

José Saramago


Fiodor Dostoievski (

Gabriel Garcia Marquez (

J.R.R. Martín

Fernando Pessoa

William Shakespeare

J.R.R. Tolkien

Oscar Wilde

sábado, 20 de janeiro de 2018

5 Links - # 259 >>>

Legião Urbana: Canções inéditas de Renato Russo ganham vida em 2018

Por Ana Paula Ulrich Tavares

KADU LAMBACH (EDUARDO PARANÁ), primeiro guitarrista da LEGIÃO URBANA e cofundador da banda, e Carmem Manfredini, irmã do RENATO RUSSO, estiveram em Curitiba no dia 12 de janeiro para apresentar uma série de canções do líder legionário, no Vox Bar. Bem recebido pelos fãs, o evento contou com sucessos e canções inéditas, que nunca tinham sido apresentadas ao público.

Carmem Manfredini cantou "Giz", do álbum "Descobrimento do Brasil", "Quase sem querer" (Dois) e "Summertime". Kadu, conhecido na época da Legião como EDUARDO PARANÁ, contou com convidados e apresentou vários hits e dois tesouros perdidos de RENATO RUSSO: "Vício Moderno" e "Medieval". Segundo Carmem Manfredini, "as canções foram compostas por Renato Russo ainda na década de 1970".

As músicas receberam arranjos minimalistas em voz e violão "com objetivo de destacar e priorizar as letras de RENATO RUSSO", afirmou KADU LAMBACH, que compôs as músicas para as letras do poeta de Brasília. "Vício Moderno" também contou com teclado, que imprimiu bem a atmosfera legionária.

Vale dizer que o show faz parte do projeto "Música Urbana: O início de uma Legião" que inclui livro do jornalista André Molina com mesmo título, que aborda o período em que EDUARDO PARANÁ fez parte da banda, ao lado do RENATO RUSSO, MARCELO BONFÁ e PAULO PAULISTA. A obra está sendo finalizada e aguardando editora.

As canções compõem um baú de material inédito do RENATO RUSSO guardado por EDUARDO PARANÁ. Após inúmeros pedidos de legionários e fãs de RENATO RUSSO, Kadu decidiu elaborar as canções para as letras inéditas.

Obs: Os vídeos não oficiais a seguir foram captados pelo fã Alex Gregório.

VICIO MODERNO

MEDIEVAL


(°> Fonte: WHIPLASH >>>

Trilha Sonora (297) - Wilco

Red-Eyed And Blue
Wilco
Compositor: Jeff Tweedy e
 Jeffrey Scott Tweedy
We've got solid state technology
Tapes on the floor
Some songs we can't afford to play

When we came here today
All I wanted to say was how much I miss you
Alcohol and cotton balls

And some drugs we can't afford on the way

When we came here today
We all felt something true
Now I'm red-eyed and blue
<<< Tradução da Letra >>>

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

11 Frases sobre Caráter

"Se quiser por à prova o caráter
de um homem, dê-lhe poder."
Abraham Lincoln

"As dificuldades são o aço estrutural
que entra na construção do caráter."
Carlos Drummond de Andrade

"Nosso caráter é o resultado da nossa conduta."
Aristóteles

"Sem o caráter, nada vale o espírito."
Anatole France

"Os pequenos atos de cada dia
fazem ou desfazem o caráter."
Oscar Wilde

"Ao examinarmos os erros de um
homem, conhecemos o seu caráter."
Confúcio

"A inteligência e o caráter são os
objetivos da verdadeira educação."
Martin Luther King 


"Eu não me importo com o que os outros
pensam sobre o que eu faço, mas eu
me importo muito com o que eu penso
sobre o que eu faço. Isso é caráter."
Theodore Roosevelt

"O caráter é superior ao intelecto."
Ralph Waldo Emerson

"É no silêncio que se educa o talento,
e na torrente do mundo o caráter."
Johann Wolfgang von Goethe

"Quanto mais forte é um caráter,
menos sujeito está à inconstância."
Stendhal

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Frase da Vez

“Há riqueza bastante no mundo
 para as necessidades do homem, 
mas não para a sua ambição.”
Mahatma Gandhi
(Porbandar, 2 de outubro de 1869 - Nova Déli, 30 de janeiro de 1948). 
Conhecido popularmente por Mahatma Gandhi (do sânscrito "Mahatma", 
"A Grande Alma"), foi o idealizador e fundador do moderno Estado 
indiano e o maior defensor do Satyagraha (princípio da não-agressão, 
forma não-violenta de protesto) como um meio de revolução.

sábado, 13 de janeiro de 2018

Do bem por egoísmo


Porque o Presidencialismo não deu certo

Será que o problema político do Brasil é o "povo não votar certo"? 
Bom, em parte sim, mas como votar certo em um sistema que é
 corrupto e corruptor? Veja essa explicação de Dom Luiz Phillipe
 e veja qual realmente é o problema do Brasil.