"Uma vaga noção de tudo, e um conhecimento de nada."
Charles Dickens (1812 - 1870) - Escritor Inglês

domingo, 4 de agosto de 2019

O Voo da Libélula


O Voo da Libélula

Autor: Michel Bussi

Editora: Arqueiro – 
340 páginas - 2012

Tradução: Fernanda Abreu


Agraciado com 4 prêmios na França, entre os quais o Prix Maison de la Presse e o Prix du Roman Populaire, O voo da libélula teve seus direitos vendidos para 25 países e ganhará uma adaptação cinematográfica.
Na noite de 23 de dezembro de 1980, um avião cai na fronteira entre a França e a Suíça, deixando apenas uma sobrevivente: uma bebê de 3 meses. Porém, havia duas meninas no voo, e cria-se o embate entre duas famílias, uma rica e uma pobre, pelo reconhecimento da paternidade.
Numa época em que não existiam exames de DNA, o julgamento estende-se por muito tempo, mobilizando todo o país. Seria a menina Lyse-Rose ou Émilie? Mesmo após o veredicto do tribunal, ainda pairam muitas dúvidas sobre o caso, e uma das famílias resolve contratar Crédule Grand-Duc, um detetive particular, para descobrir a verdade.
Dezoito anos depois, destroçado pelo fracasso e no limite entre a loucura e a lucidez, Grand-Duc envia o diário das investigações para a sobrevivente Lylie e decide tirar a própria vida. No momento em que vai puxar o gatilho, o detetive descobre um segredo que muda tudo. Porém, antes que possa revelar a solução do caso, ele é assassinado.
Após ler o diário, Lylie fica transtornada e desaparece, deixando o caderno com seu irmão, que precisará usar toda a sua inteligência para resolver um mistério cheio de camadas e reviravoltas.
Em O voo da libélula, o leitor é guiado pela escrita do detetive enquanto acompanha a angustiada busca de uma garota por sua identidade. [Texto da contracapa do livro]


A trama do livro é muito envolvente. O autor soube contar uma história original, inteligente e cheia de reviravoltas, mistérios e revelações surpreendentes.  Uma história angustiante. O leitor, como é normal em qualquer triller, cria várias suspeitas e formula várias teorias. O autor deixa várias evidências sobre a história da sobrevivente do fatídico acidente, mas, o leitor não sabe se realmente é aquilo que ele está entregando ou que ele está apenas manipulando ou disfarçando as verdades sobre o caso. Sobre a sobrevivente praticamente o leitor sabe o que aconteceu, pois o autor deixa quase às claras isto, um leitor mais atento perceberá, mas sobre o segredo da capa do jornal que ele, 18 anos depois olhando esta capa descobre toda a verdade, que a solução do caso estava todo ali, naquela capa de jornal sobre o acidente, que é o grand-finale, o leitor talvez nem suspeita.  O livro deixa algumas questões em aberto, que poderia ter sido mais bem resolvida. Há algumas coisas que soam bastante inverossímeis também, mas que nada disso atrapalha o desenvolvimento da trama.  Agora, é aguardar pela adaptação cinematográfica e torcer para que ela faça jus à obra literária. Quanto ao apelido de Libélula, Lylie ganhou de uma jornalista em uma matéria do jornal,  por causa de uma música muito tocada à época do acidente.

É um ótimo livro, com um enredo envolvente e bem elaborado e desenvolvido.  Cumpre bem o papel de suspense. O leitor  ansioso quer terminar o mais rápido possível para saber o final desta história. Indispensável, principalmente para quem é fã de romance policial.

Trechos:

-“ Ainda não conseguia acreditar no que estava vendo.  Suas mãos tremiam. Um forte calafrio o percorreu, da nuca à base das costas.
Tinha conseguido!
A solução estava ali, desde o princípio, à espera, sem pressa: era impossível encontrá-la na época, dezoito anos antes. Todo mundo tinha lido aquele jornal, todo mundo o tinha esmiuçado e analisado mil vezes, mas ninguém poderia ter adivinhado, nem em 1980 nem durante todos os anos que haviam se seguido.
A solução saltava aos olhos… com uma condição.
Uma única condição, totalmente absurda.
Abrir aquele jornal dezoito anos depois!” – p. 19

-“Irritada com a lentidão do processo e com a suscetibilidade do juiz Le Drian, Lucile
Moraud mandou publicar em 29 de janeiro, na manchete do L’Est Républicain, uma foto de
página inteira da “milagrosa sobrevivente” dentro de sua gaiola de vidro na ala de pediatria
do hospital onde aguardava havia mais de um mês, em meio à indiferença de todos, e escolheu como subtítulo, em negrito, três estrofes da canção: Ah, libélula, você tem as asas frágeis, E eu, a fuselagem amassada…
A experiente jornalista acertou na mosca. Ninguém mais conseguiu escutar o sucesso de
Charlélie Couture sem pensar na menina, em suas asas frágeis e na fuselagem amassada doavião. Para a França inteira, a órfã das neves passou a ser “Libélula”. O apelido colou. Foi adotado até mesmo por seus parentes. Até mesmo por mim. Que idiota!
Libélula!
Cheguei ao ponto de me interessar por esses insetos disformes, e a gastar uma fortuna para coleciona-los. Quando penso nisso hoje… Todo esse circo por causa de uma jornalista espertinha que soube se aproveitar do sentimentalismo popular.
A polícia, por sua vez, mostrou-se menos dramática. Como não queria citar explicitamente
nenhuma das duas famílias, inventou um acrônimo neutro para se referir ao bebê misturando o início do primeiro nome e o final do segundo. A cruza de Lyse-Rose com Émilie virou Lylie.
Lylie…
O delegado Vatelier foi o primeiro a mencionar o nome diante dos jornalistas.
Ninguém pode negar que foi um belo achado. No final das contas, os policiais bem que
sabiam ser românticos. Assim como o apelido Libélula, o nome Lylie pegou. Como uma
espécie de diminutivo carinhoso.
Nem Lyse-Rose, nem Émilie.
Lylie. Uma quimera, um ser estranho formado de dois corpos.
- págs. 64 e 65

-“Era dia das quartas de final da Copa do Mundo, França x Brasil. Ele não precisou insistir,
pois eu também queria assistir ao jogo e, no fundo, fazer isso na companhia de Marc me
deixava feliz. Nicole concordou que eu levasse o menino para o Pollet enquanto ela ficava na praia com Lylie.
Que noite incrível…
Quando Platini empatou a partida logo antes do intervalo, depois de Stopyra dar um
discreto pisão no goleiro do Brasil, Marc e eu nos abraçamos. O menino apertou com força
minha coxa quando Joël Bats defendeu o pênalti de Zico com a mão trocada a quinze minutos do fim — uma obra-prima. E nós dois gritamos juntos quando o filho da mãe do juiz não deu a falta em Bellone, em plena pequena área, durante a prorrogação. Quando Luis Fernández converteu o último pênalti, saímos juntos à rua e fomos arrastados para uma festa com os vizinhos como eu nunca tinha visto na vida.” – p. 210

O Autor:
Michel Bussi já ganhou 15 prêmios literários e foi finalista de outras 9 premiações, tornando-se um dos mais prestigiados autores policiais franceses. Quando não escreve, atua como professor de geografia na Universidade de Rouen e como comentarista político.

Fica a Dica!

sábado, 3 de agosto de 2019

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Trilha Sonora (325) - Geraldo Azevedo

Dia Branco
Geraldo Azevedo

Se você vier
Pro que der e vier
Comigo

Eu lhe prometo o sol
Se hoje o sol sair
Ou a chuva
Se a chuva cair

Se você vier
Até onde a gente chegar
Numa praça
Na beira do mar
Num pedaço de qualquer lugar

Nesse dia branco
Se branco ele for
Esse tanto
Esse canto de amor
Oh! oh! oh

Se você quiser e vier
Pro que der e vier
Comigo

Se você vier
Pro que der e vier
Comigo

Eu lhe prometo o sol
Se hoje o sol sair
Ou a chuva
Se a chuva cair

Se você vier
Até onde a gente chegar
Numa praça
Na beira do mar
Num pedaço de qualquer lugar

E nesse dia branco
Se branco ele for
Esse canto
Esse tão grande amor
Grande amor

Se você quiser e vier
Pro que der e vier
Comigo

Se branco ele for
Esse tanto, esse canto
Esse tão grande amor
Grande amor

Se você quiser e vier
Pro que der e vier
Comigo

Comigo, comigo

sexta-feira, 26 de julho de 2019

Poesia a Qualquer Hora (325) - Cesare Pavese


Trabalhar cansa

Atravessar uma rua para fugir de casa 
Só um menino faz isso, mas este homem que anda 
O dia inteiro pelas ruas não é mais um menino
E não está fugindo de casa.

Há tardes no verão em que até as praças estão vazias, oferecidas
Ao sol que está se pondo, e este homem que avança
Por uma avenida de árvores inúteis, se detém.
Vale a pena estar só, para sempre ficar mais só?
Por mais que se ande de um lado para outro, as praças e as ruas
Estão vazias. É preciso parar uma mulher
E lhe falar e convencê-la a viver juntos.
De outra forma, a gente começa a falar sozinho.
É por isso que às vezes
Surge um bêbado noturno que te aborda com discursos 
E te conta os projetos de uma vida inteira.

Não é certamente esperando na praça deserta
Que se encontra alguém, mas quem anda pelas ruas
Se detém de vez em quando. Se fossem dois,
Mesmo andando pelas ruas, o lar estaria
Onde estivesse aquela mulher e valeria a pena.
De noite a praça volta a ser deserta
E este homem que passa não vê as casas
Entre as luzes inúteis, já não levanta mais os olhos:
Ele sente apenas o pavimento que fizeram outros homens
Com mãos calejadas como as suas.
Não é justo ficar na praça deserta.
Haverá certamente aquela mulher na rua
Que, se lhe fosse pedido, gostaria de dar uma mão na casa.

Cesare Pavese
[ Saiba + ]
(Tradução do Poema: Rubens Ricupero)

quinta-feira, 25 de julho de 2019

O Vitral, por Osman Lins

O Vitral
Osman Lins

Desde muito, ela sabia que o aniversário, este ano, seria num domingo. Mas só quando faltavam quatro ou seis semanas, começara a ver na coincidência uma promessa de alegrias incomuns e convidara o esposo a tirarem um retrato. Acreditava que este haveria de apreender seu júbilo, do mesmo modo que o da Primeira Comunhão retivera para sempre os cânticos.

- Ora... Temos tantos... - respondera o homem. Se tivéssemos filhos... Aí, bem. Mas nós dois! Para que retratos? Dois velhos! A mão esquerda, erguida, com o indicador e o médio afastados, parecia fazer da solidão uma coisa tangível - e ela se reconhecera com tristeza no dedo menor, mais fino e recurvo. Prendera grampos aos cabelos negros, lisos, partidos ao meio, e levantara-se.

- Está bem. Você não quer...
(A voz nasalada, contida, era um velho sinal de desgosto.)

- Suas tolices, Matilde... Quando é isso?

Como se a ideia a envergonhasse, ela inclinara a cabeça:

- Em setembro - dissera. No dia vinte e quatro. Cai num domingo e eu...

- Ah! Uma comemoração - interrompera o esposo.

Vinte anos de casamento... Um retrato ameno e primaveril. Como nós.

Na véspera do aniversário, ao deitar-se, ela ainda lembrara essas palavras; mas purificara se da ironia e as repetira em segredo, sentindo-se reconduzida ao estado de espírito que lhe advinha na infância, em noites semelhantes: um oscilar entre a espera de alegrias e o receio de não as obter. Agora, ali estava o domingo, claro e tépido, com réstias de sol no mosaico, no leito, nas paredes, mas não com as alegrias sonhadas, sem o que tudo o mais se tornava inexpressivo.

- Se você não quiser, eu não faço questão do retrato - disse ela. Foi tolice.

- O fotógrafo já deve estar esperando. Por que não muda o penteado? Ainda há tempo.

- Não. Vou assim mesmo.

Abriu a porta, saíram. Flutuavam raras nuvens brancas; as folhas das aglaias tinham um brilho fosco. Ela deu o braço ao marido e sentiu, com espanto, uma anunciação de alegrias no ar, como se algo em seu íntimo aguardasse aquele gesto. Seguiram. Soprou um vento brusco, uma janela se abriu, o sol flamejou nos vidros. Uma voz forte de mulher principiou a cantar, extinguiu-se, a música de um acordeão despontou indecisa, cresceu. E quando o sino da Matriz começou a vibrar, com uma paz inabalável e sóbria, ela verificou, exultante, que o retrato não ficaria vazio: a insubstancial riqueza daqueles minutos o animaria para sempre.

- Manhã linda! - murmurou. Hoje eu queria ser menina.

- Você é.

A afirmativa podia ser uma censura, mas foi como um descobrimento que Matilde a aceitou. Seu coração bateu forte, ela sentiu-se capaz de rir muito, de extensas caminhadas, e lamentou que o marido, circunspecto, mudo, estivesse alheio à sua exultação. Guardaria, assim, através dos anos, uma alegria solitária, da qual Antônio para sempre estaria ausente.

Mas quem poderia assegurar, refletiu, que ele era, não um participante de seu júbilo, mas a causa mesma de tudo o que naquele instante sentia; e que, sem ele, o mundo e suas belezas não teriam sentido?

Estas perguntas tinham o peso de afirmativas e ela exclamou que se sentia feliz.

- Aproveite - aconselhou ele. Isso passa.

- Passa. Mas qualquer coisa disto ficará no retrato. 

Eu sei, as duas sombras, juntas, resvalavam no muro e na calçada, sobre a qual ressoavam seus passos.

- Não é possível guardar a mínima alegria - disse ele. Em coisa alguma. Nenhum vitral retém a claridade. Cinco meninas apareceram na esquina, os vestidos de cambraia parecendo-lhes comunicar sua leveza, ruidosas, perseguindo-se, entregues à infância e ao domingo, que fluíam com força através delas. Atravessaram a rua, abriram um portão, desapareceram.

Ela apertou o braço do marido e sorriu, a sentir que um júbilo quase angustioso jorrava de seu íntimo. Compreendera que tudo aquilo era inapreensível: enganara-se ou subestimara o instante ao julgar que poderia guardá-lo. "Que este momento me possua, me ilumine e desapareça - pensava. Eu o vivi. Eu o estou vivendo."

Sentia que a luz do sol a trespassava, como a um vitral.

Fonte: "Os Cem Melhores Contos brasileiros do Século", de Ítalo Moriconi - Editora Objetiva

segunda-feira, 22 de julho de 2019

Frase da Vez

"Aceita o conselho dos 
outros, mas nunca desistas 
da tua própria opinião."
Shakespeare
( 26 de Abril de 1564, Stratford-on-Avon, Inglaterra – 23 de Abril de 1616)
Foi um poeta e dramaturgo inglês, tido como o maior escritor do
idioma inglês e o mais influente dramaturgo do mundo.

domingo, 21 de julho de 2019

sábado, 20 de julho de 2019

Hoje, 20 de Julho, Faz 50 Anos que o Homem Chegou na Lua

Em 1969, o mundo estava dividido em dois. Sem bombas ou tiros, os Estados Unidos e a União Soviética disputavam o poder. Neste período, conhecido como Guerra Fria , as duas poderosas nações buscavam liderar as mais diferentes áreas, inclusive a espacial.

Nos anos 50, a União Soviética tomou a frente na disputa com o lançamento do primeiro satélite artificial, o Sputinik. Em abril de 1961, os soviéticos lideraram de vez a chamada corrida espacial ao enviar o primeiro homem ao espaço, o cosmonauta Yuri Gagarin.

O avanço espacial dos comunistas fez com que o presidente norte-americano John F. Kennedy anunciasse no Senado, em maio do mesmo ano, o lançamento do programa Apollo , que previa a chegada dos astronautas norte-americanos à Lua até o fim da década. O projeto foi a forma encontrada pelo governo de provar para o mundo a enorme capacidade técnica dos Estados Unidos.

Documentário - Apollo 11
O lançamento ocorreu em 16 de Julho. A alunissagem 
aconteceu em 20 de Julho. E a volta pra Terra foi em 24 de Julho.


O projeto Apollo
Anunciado em 1961, o projeto Apollo teve a duração de onze anos e gastou mais de US$ 20 bilhões. Estima-se que 300 mil funcionários e 20 mil empresas se envolveram no programa, que foi dividido em dezessete missões.

Apesar de todo investimento, o início do projeto não foi muito animador. Em janeiro de 1967, durante o ensaio da primeira missão, a base de lançamento sofre um grave incêndio. O acidente matou três astronautas e atrasou o andamento do projeto.

Muitos ajustes precisaram ser feitos nas missões seguintes. O grande avanço do programa pôde ser observado na sétima missão, realizada em outubro de 1968, que comprovou a eficiência dos equipamentos desenvolvidos pela Nasa .

O sucesso do Apollo 11
A tão desejada chegada à Lua ocorreu em 20 de julho de 1969 , quando a missão pousou em uma região conhecida como Mar da Tranqüilidade. Apesar dos avançados computadores, foi preciso os astronautas realizassem algumas manobras manuais durante a descida para garantir um pouso seguro.

Da esquerda para a direita, Neil Armstrong, Michael Collins
e Buzz Aldrin em 30 de março de 1969 no Centro Espacial Kennedy


Mais de seis horas após o pouso, os dois tripulantes do módulo puderam sair e pisar em solo lunar. O primeiro passo do homem na Lua foi acompanhado por milhões de pessoas pela televisão. Por mais de quatro horas, Neil Armstrong e Edwin Buzz Aldrin fizeram experiências, coletaram amostras de pedras e tiraram fotografias da superfície lunar.


Os dois astronautas também hastearam uma bandeira norte-americana e deixaram uma placa com a seguinte inscrição: "Aqui os homens do planeta Terra pisaram pela primeira vez na Lua. Julho de 1969. Viemos em paz, em nome de toda a humanidade."

Nos três anos seguintes, outras cinco missões à Lua foram bem-sucedidas. Cada uma explorou uma área diferente e, nas três últimas expedições, os astronautas também levaram um veículo que ajudou a ampliar o alcance dos trabalhos.



Saiba Mais:

sexta-feira, 19 de julho de 2019

Argélia é a Campeã da Copa Africana de Nações 2019

A Argélia é a campeã da Copa Africana de Nações 2019.
 O país conquistou seu segundo título na competição ao 
derrotar Senegal por 1x0.

<> Tabela à partir das Quartas de Final <>

 

quarta-feira, 10 de julho de 2019

Imagens da Vez: Pinturas de Abel Grimmer

Abel Grimmer foi um pintor belga nascido em Antuérpia em 1570.
Seu estilo é o barroco, principalmente de paisagens e, em
 menor escala, de pinturas arquitetônicas. Ele aprendeu
 pintura com seu pai, o pintor Jacob Grimmer.






segunda-feira, 8 de julho de 2019

México é o Campeão da Copa Ouro CONCACAF 2019

 O México venceu os EUA por 1x0 e conquistou a Copa Ouro da 
CONCACAF 2019. É o oitavo título dos mexicanos na competição.

<> Tabela à partir das Quartas de Final <>

domingo, 7 de julho de 2019

Brasil é o Campeão da Copa América 2018

O Brasil é o campeão da Copa América 2019. O Brasil conquistou 
seu 9º título na competição ao vencer o Peru por 3x1, agora 
à pouco no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro.
 

E.U.A é o Campeão da Copa do Mundo de Futebol Feminino 2019

Os EUA conquistaram a Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2019 
ao vencer  a Holanda  por 2x0. É a quarta conquista do país na
 Copa do Mundo em 8 Copas disputadas. Supremacia das americanas.


<>>> Tabela à partir das Oitavas de Final <<<>

sábado, 6 de julho de 2019

Trilha Sonora (324) - Chico Buarque

Pedro Pedreiro
Chico Buarque
Pedro pedreiro penseiro esperando o trem
Manhã, parece, carece de esperar também
Para o bem de quem tem bem
De quem não tem vintém
Pedro pedreiro fica assim pensando
Assim pensando o tempo passa
E a gente vai ficando pra trás

Esperando, esperando, esperando
Esperando o sol
Esperando o trem
Esperando o aumento
Desde o ano passado
Para o mês que vem

Pedro pedreiro penseiro esperando o trem
Manhã, parece, carece de esperar também
Para o bem de quem tem bem
De quem não tem vintém
Pedro pedreiro espera o carnaval
E a sorte grande no bilhete pela federal
Todo mês

Esperando, esperando, esperando
Esperando o sol
Esperando o trem
Esperando o aumento
Para o mês que vem
Esperando a festa
Esperando a sorte
E a mulher de Pedro
Esperando um filho
Pra esperar também

Pedro pedreiro…