"Uma vaga noção de tudo, e um conhecimento de nada."
Charles Dickens (1812 - 1870) - Escritor Inglês

sábado, 22 de novembro de 2014

Trilha Sonora (167) - Freddie Mercury e Montserrat Caballè

How Can I Go On
Freddy Mercury e 
Montserrat Caballé
Compositores: Mercury e Mike Moran

How Can I Go On
···············
When all the salt is taken from the sea
I stand dethroned
I'm naked and I bleed
But when your finger points so savegely
Is anybody there to believe in me
To hear my plea and take care of me?

How can I go on
From day to day
Who can make me strong in every way
Where can I be safe
Where can I belong
In this great big world of sadness
How can I forget
Those beautiful dreams that we shared
They're lost and they're nowhere to be found
How can I go on?

Sometimes I start to tremble in the dark
I cannot see
When people frighten me
I try to hide myself so far from the crowd
Is anybody there to comfort me
Precious Lord hear my plea - yeah
Lord ... take care of me

How can I go on (how can I go on)
From day to day (from day to day)
Who can make me strong (who can make me strong)
In every way (in every way)
Where can I be safe (where can I be safe)
Where can I belong (where can I belong)
In this great big world (in this great big world of
sadness)
How can I forget (how can I forget)
Those beautiful dreams that we shared (those beautiful
dreams that we
shared)
They're lost and nowhere to be found
How can I go on?

How can I go on
How can I go on go on go on go on yeah yeah yeah

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Poesia a Qualquer Hora (174) - Manuel Bandeira

Pneumotórax

Febre, hemoptise, dispneia e suores noturnos.
A vida inteira que podia ter sido e que não foi.
Tosse, tosse, tosse.

Mandou chamar o médico:
— Diga trinta e três.
— Trinta e três… trinta e três… trinta e três…
— Respire.

— O senhor tem uma escavação no pulmão esquerdo e o pulmão direito infiltrado.
— Então, doutor, não é possível tentar o pneumotórax?
— Não. A única coisa a fazer é tocar um tango argentino.

Manuel Bandeira

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Música Asa Branca em versão coreana

A música "Asa Branca" de Luis Gonzaga e Humberto Teixeira, 
em uma versão coreana, com a banda Coreiah. A música é um hino 
do nordeste brasileiro. Linda letra e música. Ganhou o mundo.
Asa Branca

Quando olhei a terra ardendo
Qual a fogueira de São João
Eu perguntei a Deus do céu, ai
Por que tamanha judiação
Eu perguntei a Deus do céu, ai
Por que tamanha judiação

Que braseiro, que fornalha
Nem um pé de prantação
Por falta d'água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão

Por farta d'água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão

Inté mesmo a asa branca
Bateu asas do sertão
Então eu disse, adeus Rosinha
Guarda contigo meu coração

Então eu disse, adeus Rosinha
Guarda contigo meu coração

Hoje longe, muitas léguas
Numa triste solidão
Espero a chuva cair de novo
Pra mim voltar pro meu sertão

Espero a chuva cair de novo
Pra mim voltar pro meu sertão

Quando o verde dos teus olhos
Se espalhar na prantação
Eu te asseguro não chore não, viu
Que eu voltarei, viu
Meu coração

Eu te asseguro não chore não, viu
Que eu voltarei, viu
Meu coração

A Borboleta Azul

Havia no alto da montanha um sábio. Diariamente, pessoas de todo o reino subiam a montanha para fazer perguntas ao sábio, que pacientemente atendia a todos.

E havia dois jovens garotos que sempre iam até o sábio, com a intenção de fazer perguntas para as quais o sábio não tinha resposta. Mas para todas as perguntas, o sábio encontrava uma resposta. Isso se repetia por semanas, meses…

Impacientes com o sábio, os garotos resolveram inventar uma pergunta que ele não saberia responder. Então, um deles apareceu com uma linda borboleta azul que usaria para pregar uma peça no sábio.

- O que você vai fazer? – perguntou o outro garoto.
- Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta. Se o sábio disser que ela está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar. Mas se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la. E assim, qualquer resposta que o sábio nos der estará errada!

Os dois garotos foram então ao encontro do sábio, que estava meditando.
Ao chegar, o garoto logo disse:

- Tenho aqui em minhas mãos uma borboleta azul. Diga-me, sábio, ela está viva ou morta?
Calmamente o sábio sorriu e respondeu:

- Depende de você. Ela está em suas mãos.

*
Assim é a nossa vida, nosso presente e nosso futuro. Nós somos os responsáveis. Nossa vida está em nossas mãos, como a borboleta. Cabe a nós escolher o que fazer com ela.

Sabedoria Indiana

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Centenário de Nascimento de Iberê Camargo

Hoje (18/11), 100 anos de nascimento de Iberê Camargo

Iberê Bassani de Camargo, nasceu em Restinga Seca - RS em 18 de novembro de 1914. Iberê, foi um pintor, gravurista e professor brasileiro.

Iberê Camargo iniciou seus estudos ainda no Rio Grande do Sul, na Escola de Artes e Ofícios de Santa Maria, com Parlagreco e Frederico Lobe. Já em Porto Alegre estudou pintura com João Fahrion. Em 1942 ele chegou ao Rio de Janeiro, onde cursou a Escola Nacional de Belas Artes. Mas, insatisfeito com a metodologia ali adotada, juntou-se a outros artistas, também insatisfeitos, e com seu professor de gravura, Alberto da Veiga Guignard, para fundar o "Grupo Guignard". Em 1953 tornou-se professor de gravura no Instituto de Belas Artes do Rio de Janeiro, lecionando mais tarde essa técnica em seu próprio ateliê ou em permanências mais ou menos longas em Porto Alegre e em outras cidades, inclusive do exterior. Em Porto Alegre, foi um dos grandes incentivadores do Atelier Livre.

Embora Camargo tenha estudado com figuras marcantes representativas de variadas correntes estéticas e formas de vista, não se pode afirmar que tenha se filiado a alguma. Suas obras estiveram presentes, e sempre reapresentadas, em grandes exposições pelo mundo inteiro, como na Bienal de São Paulo e na Bienal de Veneza. Iberê Camargo foi uma grande referencia para a arte gaúcha e brasileira em geral.

Faleceu aos 79 anos, em 9 de Agosto de 1994, em Porto Alegre-RS.

Fonte: Wikipédia >>>

Algumas de suas pinturas e gravuras:





FUNDAÇÃO IBERÊ CAMARGO >>>

O Esperto !

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Frase para a Semana

"Se eu soubesse que o 
mundo acabaria amanhã, 
hoje plantaria uma árvore".
Martinho Lutero
(em alemão: Martin Luther)
Eisleben, 10 de novembro de 1483 - Eisleben, 18 de fevereiro de 1546)
Foi um monge agostiniano e professor de teologia germânico que
 tornou-se uma das figuras centrais da Reforma Protestante.

sábado, 15 de novembro de 2014

5 Links - # 101 >>>

Trilha Sonora (166) - The Eagles

Hotel Califórnia
The Eagles
Compositores: Don Felder, Don Henley e Glenn Frey
On a dark desert highway, cool wind in my hair
Warm smell of colitas, rising up through the air
Up ahead in the distance, I saw a shimmering light
My head grew heavy and my sight grew dim
I had to stop for the night
There she stood in the doorway;
I heard the mission bell
And I was thinking to myself,
'This could be Heaven or this could be Hell'
Then she lit up a candle and she showed me the way
There were voices down the corridor,
I thought I heard them say...

Welcome to the Hotel California
Such a lovely place
Such a lovely face
Plenty of room at the Hotel California
Any time of year, you can find us here

Her mind is Tiffany-twisted,
She got the Mercedes-Benz
She got a lot of pretty, pretty boys,
That she calls friends
How they dance in the courtyard, sweet summer sweat.
Some dance to remember, some dance to forget

So I called up the Captain,
'Please bring me my wine'
He said, 'We haven't had that spirit here since nineteen sixty nine'
And still those voices are calling from far away,
Wake you up in the middle of the night
Just to hear them say...

Welcome to the Hotel California
Such a lovely place
Such a lovely face
They livin' it up at the Hotel California
What a nice surprise, bring your alibis

Mirrors on the ceiling, the pink champagne on ice
And she said 'We are all just prisoners here,
of our own device'
And in the master's chambers,
They gathered for the feast
The stab it with their steely knives,
But they just can't kill the beast

Last thing I remember, I was
Running for the door
I had to find the passage back
To the place I was before
'Relax,' said the night man,
We are programmed to receive.
You can checkout any time you like,
but you can never leave!

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Poesia a Qualquer Hora (173) - Hermann Hesse

Degraus

Assim como as flores murcham 
E a juventude cede à velhice, 
Também os degraus da Vida, 
A sabedoria e a virtude, a seu tempo, 
Florescem e não duram eternamente. 

A cada apelo da vida deve o coração 
Estar pronto a despedir-se e a começar de novo, 
Para, com coragem e sem lágrimas se 
Dar a outras novas ligações. Em todo 
O começo reside um encanto que nos 
Protege e ajuda a viver

Serenos transpunhamos o espaço após espaço, 
Não nos prendendo a nenhum elo, a um lar; 
Sermos corrente ou parada não quer o 
espírito do mundo 

Mas de degrau em degrau elevar-nos e aumentar-nos. 
Apenas nos habituamos a um círculo de vida, 
Íntimos, ameaça-nos o torpor; 
Só aquele que está pronto a partir e parte 
Se furtará à paralisia dos hábitos.

Talvez também a hora da morte 
Nos lance, jovens, para novos espaços, 
O apelo da Vida nunca tem fim ... 
Vamos, Coração, despede-te e cura-te! 

Hermann Hesse
(Traducão do poema: Carlos Leite)

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Livra-te de toda a ignorância... AMÉM...


Recomendo a Leitura: Cidades de Papel

Cidades de Papel

John Green

Tradução: Juliana Romeiro
Editora: Intrínseca
368 páginas - 2008

O autor, John Green, nos traz a história de Quentin Jacobsen , um adolescente apaixonado pela sua vizinha, Margo Roth Spiegelman. O casal de adolescentes, teve em sua infância, um momento traumático. Encontraram um corpo ensanguentado no Park Jefferson, em Orlando, na Flórida, quando os dois andavam de bicicleta.

Essa história faz parte do prólogo do livro. Depois deste episódio, apesar de serem vizinhos, e estudarem na mesma escola, eles não se falavam muito. Até que, em uma noite de maio, a garota invade seu quarto pela janela, vestida de ninja, e o convoca para participar de um plano de vingança contra algumas pessoas que lhe causaram algum mal. Quentin (Q.), que tem uma paixão platônica por ela, aceita na hora, fazer parte deste plano. Depois desta noite de aventuras, ele volta pra casa, e logo depois vai para escola, e descobre que Margo não apareceu, que o paradeiro da misteriosa garota, ninguém sabe. Mas Q. descobre na casa dela, algumas pistas e começa a segui-las. Não é a primeira vez que Margo desaparece, e ela sempre deixa algumas pistas sobre seu paradeiro.

Um bilhete, e um livro de Walt Whitman, com passagens grifadas, leva Q., a se entusiasmar, e a sair a procura de sua amada. Então, no dia da formatura, depois de um comentário online em um site, Q. desconfia que é ela, pelo jeito que só Margo escrevia, usando maiúsculas entre as palavras, e com ajuda de um de seus amigos, eles mais ou menos descobrem onde ela possa estar. E com 3, de seus amigos, Ben, Radar e Lacey , vão à procura de Margo, em uma incrível jornada de viagem de 21 horas e mais de 1.700 km em uma Van, chegam ao destino, em uma cidade de papel, Agloe *, nos arredores de Nova York,  a referida cidade, em que possivelmente esteja Margo Roth Spiegelman.

Mas quando Quentin, mais se aproxima de Margo, mais ele se distancia da imagem, que tinha dela. As pessoas não são como a gente imagina, não é verdade?

*Descobri que eram as cidades de papel quando me deparei com uma durante uma viagem no terceiro ano de faculdade. Meu colega de viagem e eu ficamos subindo e descendo um mesmo trecho desolado de uma rodovia em Dakota do Sul, procurando por uma cidade indicada no mapa — pelo que me lembro, o nome era Holen. Até que resolvemos encostar o carro e bater à porta de alguém. A senhora simpática que atendeu já tinha respondido àquela pergunta antes. Explicou que a cidade pela qual estávamos procurando só existia no mapa. A história de Agloe, em Nova York — tal como descrita neste livro —, é quase toda verídica. Agloe começou como uma cidade de papel criada como proteção contra quebra de copyright. Mas então pessoas que tinham velhos mapas da Esso começaram a procurar por ela, e alguém acabou construindo uma loja, tornando Agloe um lugar real. O ramo da cartografia mudou muito desde que Otto G. Lindberg e Ernest Alpers inventaram Agloe, mas muitos cartógrafos ainda incluem cidades de papel como armadilhas contra quebra de copyright, como minha experiência desconcertante em Dakota do Sul pode comprovar. A loja que um dia era Agloe já não existe mais. Mas acredito que, se a cidade fosse inserida novamente em nossos mapas, alguém acabaria por construí-la novamente. – (Nota do Autor)

Achei um ótimo livro, apesar de um final meio previsível, o autor sabe contar uma boa história, com sua escrita leve e divertida, não perdendo o ritmo durante o enredo. 

Trechos:
"Na minha opinião, todo mundo recebe uma dádiva. Por exemplo, muito provavelmente eu nunca vou ser atingido por um raio, nem ganhar um Prêmio Nobel, nem virar ditador de uma pequena ilha do Pacífico, nem ter um câncer terminal de ouvido, nem sofrer combustão espontânea. Mas, se você levar em conta todos os eventos improváveis, é possível que pelo menos um deles vá acontecer a cada um de nós. Eu poderia ter presenciado uma chuva de sapos. Poderia ter pisado em Marte. Poderia ter sido engolido por uma baleia. Poderia ter me casado com a rainha da Inglaterra ou sobrevivido meses à deriva no mar. Mas minha dádiva foi diferente. Minha dádiva foi a seguinte: de todas as casas em todos os condados em toda a Flórida, eu era vizinho de Margo Roth Spiegelman".  – Prólogo – página 11

"Eu sempre levo alguns segundos para começar a mijar depois de preparar todo o equipamento. Então fiquei de pé ali durante um tempo, esperando, e aí comecei. Eu tinha acabado de chegar à sensação de alívio que um belo de um jato pode transmitir quando ouvi a voz de uma menina vindo da banheira. — Quem está aí? — Lacey, é você? — Quentin? Que diabos você está fazendo aqui? Eu queria interromper o xixi, mas é claro que não consegui. Mijar é como ler um livro bom: é muito, muito difícil parar depois que você começa". - página 209

"Eu olhava para baixo e pensava que eu era feita de papel. Eu é que era uma pessoa frágil e dobrável, e não os outros. E o lance é o seguinte: as pessoas adoram a ideia de uma menina de papel. Sempre adoraram. E o pior é que eu também adorava. Eu tinha cultivado aquilo, entende? “Porque é o máximo ser uma ideia que agrada a todos”. Mas eu nunca poderia ser aquela ideia para mim, não totalmente. E Agloe é um lugar onde uma criação de papel se tornou real." - páginas 348 e 349
O autor:
John Michael Green nasceu em 24 de Agosto de 1977, em Indianápolis, Indiana, mas a família dele se mudou, 3 semanas depois de seu nascimento para Orlando, Florida. Com o irmão Hank tem um canal no Youtube, Vlogbrothers. É um dos escritores mais querido pelo público jovem e igualmente festejado pela crítica. Seus livros: “Quem é você, Alaska?”- 2005, “O Teorema Katherine” – 2006, “Cidades de Papel” – 2008, “Will e Will, Um Nome, Um Destino” 2010, "A Culpa é das Estrelas” – 2012. Green foi premiado com a Printz Medal e o Printz Honor da American Library Association e com o Edgar Award, e foi duas vezes finalista do prêmio literário do LA Times. Ele mora com a mulher e dois filhos em Indianápolis.

A Culpa é das Estrelas, foi adaptado para o cinema em 2014. Cidades de Papel é próxima obra a ir para o cinema em 2015.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Cena de Cinema # 156 - The Wonders

(The Wonders - O Sonho Não Acabou - 1996) +

100 Anos do Falecimento de Augusto dos Anjos

Hoje (12/11), centenário de morte de Augusto dos Anjos

Augusto de Carvalho Rodrigues dos Anjos, nasceu em 28 de abril de 1884, no Engenho do Pau d’Arco (PB). Seus pais eram proprietários de engenhos, os quais seriam perdidos alguns anos mais tarde, em razão do fim da monarquia, da abolição e da implantação da república.

Foi educado pelo próprio pai até ao período antecedente à faculdade. Formou-se em Direito no Recife, contudo, nunca exerceu a profissão. Criado envolto aos livros da biblioteca do pai, era dedicado às letras desde muito cedo. Ainda adolescente, o poeta publicava poesias para o jornal “O Comércio”, as quais causavam muita polêmica, por causa dos poemas era tido como louco para alguns e era elogiado por outros. Na Paraíba, foi chamado de “Doutor Tristeza” por causa de suas temáticas poéticas.

Em 1910, casa-se com Ester Fialho, com quem tem três filhos. O primeiro filho morre prematuramente. Quando a situação financeira da família se agrava, com o advento da industrialização e a queda do preço da cana-de-açúcar, o autor muda-se para o Rio de Janeiro. Nesta cidade, enfrenta o desemprego até conseguir o cargo de professor substituto na Escola Normal e no Colégio Pedro II, complementando-o com a renda das aulas particulares.

Em 1914, transfere-se para Minas Gerais, por causa de uma nomeação como diretor do Grupo Escolar de Leopoldina, a qual conseguiu com ajuda de um cunhado. Após alguns meses da mudança, o poeta morre aos 12 de novembro do mesmo ano, vitimado por pneumonia.

Augusto dos Anjos vivenciou a época do parnasianismo e simbolismo e das influências destas escolas literárias através de seus escritores, como: Olavo Bilac, Alberto de Oliveira, Cruz e Souza, Graça Aranha, dentre outros. Porém, o único livro do escritor, intitulado “Eu”, trouxe inovação no modo de escrever, com idéias modernas, termos científicos e temáticas influenciadas por sua multiplicidade intelectual. Pela divergência dos assuntos tratados pelo autor em seus poemas em relação aos dos autores da época, Augusto dos Anjos se encaixa na fase de transição para o modernismo, chamada de pré-modernismo.

O poeta tinha como tema uma profunda obsessão pela morte e teve como base a idéia de negação da vida material e um estranho interesse pela decomposição do corpo e do papel do verme nesta questão. Por este motivo foi conhecido também como o “Poeta da morte”.
Sua única obra marca a literatura brasileira pela linguagem e temática diferenciadas.

Fonte: Brasil Escola >>>

No vídeo abaixo, um dos melhores sonetos da poesia brasileira,
 um dos meus preferidos: "Psicologia de um Vencido"

Imagens da Vez: Casa da Cultura e Museu Histórico de Tupaciguara-MG









> Jardim anexo ao Museu >




Museu Histórico “Chico Ribeiro” e a Casa da Cultura ”Tias Polveiras”, abrigam um acervo de mais de 1200 peças entre armaria, artes sacras, indumentárias, numismática, discos, instrumentos musicais, documentos, fotografias, animais empalhados, etc. Ainda faz parte do acervo, o material lítico, datado de mais ou menos 3500 anos, descoberto através de escavações, quando a equipe da Petrobrás trabalhava na construção do oleoduto que liga Paulínea a Brasília e atravessa o município de Tupaciguara. O sítio arqueológico detectado está situado na zona rural, na localidade do Lajeado e foi pesquisado por arqueólogos da USP, responsáveis também, pelo cadastramento, catalogação e exposição no Museu.

Fonte do texto acima: Site Prefeitura de Tupaciguara >>>

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Frase para a Semana

"A liberdade é um bem comum, 
e se todos não desfrutam dela,
 não serão livres nem os que 
se julgam como tal".
Miguel de Unamuno
(Bilbao, 29 de setembro de 1864 – Salamanca, 31 de dezembro de 1936) 
Foi um ensaísta, romancista,dramaturgo, poeta e filósofo espanhol.